quinta-feira, 20 de setembro de 2018

WWE 205 Live - 19.09.2018 | Vídeos + Resultados


Devido ao grande sucesso do CruiserWeight Classic no WWE Network, a WWE decidiu apostar numa divisão de Cruiserweights, que agora todas as terças-feiras passaram a ter um programa de 1 hora dedicado exclusivamente a eles na WWE Network chamado 205 Live.

O programa de hoje destaca o combate entre Cedric Alexander e Drew Gulak pelo Cruiserweight Championship.

Resultados


1) TJP vence Lince Dorado por pinfall após aplicar um "Roll-Up". Ao final da luta, TJ arrancou a máscara de Dorado, e aproveitou o momento em que o luchador escondia o rosto para finalizar o combate.

* Após a luta, TJP provocou Lince ao usar a matraca o mexicano para comemorar sua vitória enquanto seguia pela rampa.

2) Cedric Alexander vence Drew Gulak (c/ The Brian Kendrick e "Gentleman" Jack Gallagher) por pinfall para reter o WWE Cruiserweight Championship após aplicar um "Lumbar Check". Perto da metade do combate, Kendrick derrubou Alexander quando este estava perto da corda, sendo visto pelo árbitro que expulsou ele e Gallagher para os bastidores.

Vídeos

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Strong Style Impact #5 - Destruction In Hiroshima e Beppu


Aconteceram nos dias 15 e 17 as edições do “Destruction” em Hiroshima e Beppu, respectivamente, realizados pela “NJPW”. Os eventos tiveram várias matches, mas com destaque para 3 combates em especial. Eu sou Micael Giovanny e nesta edição do “Strong Style Impact” analisarei estes 3 principais (e mais relevantes) combates nos eventos.


Destruction In Beppu 
Never Openweight Championship 
Match Hiroki Goto © vs. Tiachi (c/ Miho Dhabi) 



Taichi tem uma história na NJPW muito parecida com a de Naito anos atrás. O wrestler, quando fazia parte da divisão junior, era odiado mais do que qualquer heel na empresa, e não estou exagerando, o público detestava o wreslter. Porém, desde sua mudança para a divisão heavyweight, Taichi tem conquistado cada vez mais pessoas para seu lado, mesmo que não seja na mesma proporção que Naito, ainda é algo surpreendente. Ele foi um oponente inesperado para Goto, já que muitos acreditavam em uma luta contra Zack Sabre Jr., companheiro de Taichi na “Suzuki-Gun”, após vencer o campeão no G1, mas isto não aconteceu.

Taichi é um dos poucos heels “raiz” na empresa, que usa de toda e qualquer artimanha para vencer seus combates, e neste não foi diferente. Com interferências de Kanemaru, El Desperado e, claro, da sua amada Dhabi, o membro da Suzuki-Gun teve uma evidente vantagem em todo o combate. Mesmo com a ajuda dos “Roppongi 3K”, Goto esteve poucas vezes com domínio no combate, porém o momento de sua reação no final da luta foi algo extraordinário, mesmo não sendo suficiente para que Taichi se tornasse o novo campeão.

Taichi tem muito mais a oferecer no ringue, e espero que a NJPW faça dele um heel que não precisa jogar sujo para vencer em breve. Goto cumpriu com sua promessa e deixou o Never Openweight Title mais valorizado, e acredito que Taichi poderá ter boas rivalidade pelo titulo, quem sabe contra o próprio Sabre Jr., veremos!

Minha Nota: *** 


Destruction In Beppu 
Tetsuya Naito vs. Minoru Suzuki 



Já tivemos esta luta em abril deste ano, no evento “Wrestling Hinokuni”, onde Suzuki perdeu o Intercontinental Title para Naito em uma luta, na minha opinião, abaixo do esperado. O combate não foi ruim, mas teve um nível de uma luta normal, não parecia que estavam lutando por um título tão importante. Acredito que o que faltou para aquele combate que aconteceu neste foi a brutalidade.

Naito e Suzuki são wrestlers conhecidos por serem doidos e atacarem quem eles bem entenderem em suas matches, e neste combate não foi diferente por parte de Suzuki, que era claramente o heel da história. O líder do Suzuki-Gun usou de vários métodos e objetos para tentar acabar com Naito, deixando o público cada vez mais do lado do “ingobernable”. Naito não deixou barato e, por mais que não tenha usado cadeiras ou algo do gênero, usou uma mesa que o próprio Suzuki havia colocado para realizar um dos momentos mais marcantes, senão o mais marcante, de toda a luta.

Finalmente tivemos a luta que esperávamos entres os líderes de 2 das mais importantes stables da empresa, nos deixando com um “gostinho de quero mais” para mais combates, talvez com títulos envolvidos e, quem sabe, combates sem DQ. Independentemente do vencedor, a luta deixou ambos com alta moral e devem, sem somba de dúvidas, entrar brevemente em rota de títulos novamente.

Minha Nota: ****3/4 


Destruction In Hiroshima 
IWGP Heavyweight Championship Match 
Kenny Omega © vs. Tomohiro Ishii 



A revanche do G1 Climax 28 foi algo inesquecível. Diferentemente do combate do torneio onde Omega dominou e Ishii venceu milagrosamente, este embate foi de igual pra igual. Omega podia ter a vantagem na agilidade e altura, já que sempre gosta de tirar sarro com a altura de Ishii, mas perde na questão de força bruta, algo que Ishii aumenta a cada ano. Os lutadores começaram a luta cautelosos, pois já se conhecem bem ao ponto de não sairem disparados para uma provável derrota fatal logo de cara.

Por mais que Omega fosse o claro favorito, Ishii veio com uma grande moral, provando que a “CHAOS” não se trata somente de Okada, mas também de outros wrestlers competentes e talentosos. Ishii é um amado do público, mas esta foi provavlemente a luta contra Omega em que ele teve mais apoio do que o “Best Bout Machine”, algo praticamente impossível de se acontecer hoje em dia, já que a popularidade de Omega pode se comparar a de Naito e Tanahashi.

Outro ponto que se deve mencionar é o perfeito booking da NJPW, fazendo com que qualquer golpe perigoso, mesmo não sendo o finisher, lhe faça acreditar que determinado wrestler vencerá, e neste combate não foi diferente. Já que não conseguiam utilizar seus principais golpes, os lutadores usaram tudo o que tinham no arsenal para saírem como campeões, nos trazendo uma das melhores lutas do ano.

Omega continua firme para se tornar o “gaijin” mais bem-sucedido na história da empresa e, muito provavelmente, do Japão. Resta saber quem será o próximo, e provavelmente útlimo, desafiante de Omega antes do “Tokyo Dome”. Já Ishii sai com a moral maior do que qualquer outro moembro da CHAOS, mais do que Okada na minha opinião. Acredito que Ishii será essencial na história da separação da CHAOS, sendo ele o peso decisivo do destino da stable.

Minha Nota: ***** 

O que achou dos combates? Qual foi na sua opinião foi o melhor? Na próxima semana falarei sobre o embate entre Okada e Tanahashi, que acontecerá no dia 23. Fiquem com Deus e até a próxima!

Literatura Wrestling | Yes! My Improbable Journey to the Main Event of Wrestlemania - Capítulo 13 - Parte 1


Está de volta a Literatura Wrestling, o espaço de traduções do blog que vos traz uma obra biográfica, na íntegra, reveladora das origens, vida e decorrer da carreira de alguns dos mais marcantes wrestlers que percorreram os ringues que acompanhámos com tanto gosto.

Todas as semanas vos traremos um excerto do livro "Yes!: My Improbable Journey to the Main Event of Wrestlemania", publicado em 2015 por Daniel Bryan e pelo co-autor Craig Tello, a contar o crescimento e peripécias do "Yes! Man" até à sua chegada à WWE e ao main event da Wrestlemania. Boa leitura!


Capítulo 13: De Pro a Bro
Sexta-Feira, 4 de Abril, 2014 - 17:23

É constrangedor, ao início, ver Daniel Bryan e The Miz sentados tão longe um do outro - quase intencionalmente - numa mesa da sala de conferências logo antes de encontrar os dez vencedores da Wrestlemania Reading Challenge. O ex-par de NXT Pro e Rookie tem uma história turbulenta, datando de volta à estreia de Bryan na WWE em inícios de 2010. No entanto Miz e Bryan mantêm tudo mais do que cordial e até falam sobre o casamento do "Yes! Man" que se aproxima.

Recentemente casado com a ex-Diva da WWE Maryse, Miz faz as perguntas certas e partilha uma espécie de momento "bro" com Daniel à mesa. O "Awesome One" em seguida muda de assunto para falar de negócios, especificamente a Wrestlemania. A conecção do NXT levanta uma interessante verdade sobre a primeira temporada da competição.

"Quando ouvi falar pela primeira do NXT, pensei, 'Sou adequado para isto, não sou?' Afinal esse não foi nada o caso," diz Bryan que acabou com um recorde de 0-10 sob tutela de Miz. "Ao fim, vi as estrelas que encabeçavam o NXT como sendo o Wade Barrett ou o David Otunga - esses eram os tipos que "eles" verdadeiramente gostavam do grupo. Não antevia que eu fosse o primeiro de nós a encabeçar a Wrestlemania."

O inesperado "bro-down" acaba enquanto os vencedores dos concursos "Reading Challenge" reunem-se para a sua sessão privada de assinaturas na sala ao lado. Os jovens leitores ansiosos iluminam-se quando ambos Daniel Bryan e The Miz dão as suas entradas. Uma miúda repetidamente guincha "OhmeudeusDanielBryan!" até ele se aproximar para a conhecer.

"Tu queres inspirar curiosidade e inspirar miúdos a serem capazes de aprender por si próprios," diz Bryan. "Qualquer coisa que possas fazer para os fazer ler o máximo de coisas possível, é tudo para o melhor. É um passo em frente."

Os vencedores alinham-se para autógrafos e interrogatório do Miz, que exige saber qual livro cada jovem leu para ganhar o dom da sua presença. Bryan vira a situação sobre o Awesome One momentos depois quando Miz tenta começar o seu próprio cântico "Yes!" jocoso. Claro, Miz sacode a resposta desta muito exclusiva plateia, mas reconhece o grande combate de Daniel Bryan na Wrestlemania, na verdade encorajando os miúdos a torcer pelo seu ex-Rookie do NXT. Leiam entre as linhas da mensagem de Miz e descubram o que pode significar que Bryan tem o apoio do balneário da WWE.



Quando a WWE me ofereceu um contrato, entrei com expectativas baixas. Vários dos meus amigos tinham lutado na WWE e expressado as suas frustrações com a falta de oportunidades. O Brian Kendrick de facto demitiu-se da companhia em 2004 por estar tão infeliz lá, depois voltou, apenas para ser despedido antes de eu ter assinado. O Colt Cabana passou quase dois anos no sistema de desenvolvimento, todo o tempo obtendo apenas um punhado de aparições em TV. O único tipo das independentes, naquela altura, que tinha tido algum sucesso maior era o CM Punk.

Também sabia que tinha que mudar o meu estilo. Eu estava habituado a lutar vinte minutos todas as noites em combates que me tornaram popular com os fãs de wrestling independente. A maioria dos combates televisivos da WWE têm menos de cinco minutos. Se não estás a vencer o combate curto e não tens tempo de entrevista, é difícil estabeleceres-te como uma personagem, muito menos fazer com que os fãs queiram saber de ti.

Lutar combates mais longos sempre me desafiou, tanto mental como fisicamente. Inspirava-me a ser mais criativo, que era importante porque o wrestling é a minha principal manifestação artística. Não me aumentou nada a confiança quando o William Regal me avisou, "A tua carreira de wrestling é o que fizeste antes disto. Qualquer coisa depois é apenas um bónus." Tentei olhar para tudo dessa forma e disse a mim mesmo para não esperar muito; apenas ganhar, guardar dinheiro, fazer o meu melhor com o que me fosse dado. Essa atitude serviu-me bem ao longo das quedas que tive com a WWE. Ainda assim, quando amas tanto algo, é difícil não ficar um pouco frustrado.

Uma das minhas primeiras frustrações, antes sequer da WWE saber o que queriam fazer comigo, foi o problema do meu nome. Eu tinha sido sempre conhecido como o American Dragon, mas a certa altura em 2002, o booker da Ring of Honor Gabe Sapolsky disse-me que achava que devíamos começar a usar o meu nome verdadeiro também, para que não soasse tanto a um desenho animado. Finalmente parei de usar a máscara a esse ponto, então o "American Dragon" podia tornar-se apenas uma alcunha. Gostei da ideia, e não foi preciso muito tempo para começar a ser agendado como Bryan Danielson em quase todo o lado para onde fosse, com duas excepções: New Japan (eles não queriam confundir os fãs a quem eu já tinha sido apresentado com este nome durante a minha primeira visita) e a All Star Wrestling (Inglaterra foi o último lugar onde ainda lutava sob uma máscara para me tornar mais apelativo às crianças).

Contudo, antes de começar na WWE, John Laurinaitis ligou a informar-me que eu precisava de inventar um nome novo, algo que a WWE pudesse ser proprietária e licensiar. Quando ele me disse que não podia ser o meu nome verdadeiro, eu debati que tinha um bom seguimento como Bryan Danielson e que muitos tipos na WWE usavam os seus nomes verdadeiros, inclusive o John Cena.

"Bom, já não fazemos mais isso," disse ele. Ele queria que eu fizesse uma lista com dez nomes.

A primeira pessoa a quem liguei foi o William Regal, a quem eu pedi alguma contribuição. Ambos gostámos do nome Buddy porque era divertido e era o nome do meu pai. A seguir começaram a ocorrer-nos os apelidos mais absurdos para lhe juntar, o mais notável sendo Peacock, baseado num wrestler Inglês chamado Steve Peacock. Pensei em usar o meu nome do meio, Lloyd, então esse também foi para a lista. Depois Regal trouxe a ideia de usar Daniel porque ele achava que era um nome forte. Com isso, acendeu-se-lhe uma lâmpada sobre a cabeça, e ele inventou o nome Daniel Bryan. Regal achou que seria uma óptima ideia porque qualquer um que tivesse ouvido falar de mim nas independentes seria capaz de ver facilmente que era o mesmo gajo. Soava esquisito quando o dizia, mas todos os nomes soavam estranhos excepto o meu próprio, de qualquer forma. Coloquei-o na lista , juntamente com Buddy Peacock e o meu favorito, Lloyd Boner.

Após eu ter oficialmente assinado, a WWE apenas me disse para esperar e que me chamavam quando estivessem prontos para me utilizar. Então durante dois meses eu esperei no meu quarto alugado em Las Vegas, passando o meu tempo no kickboxing e grappling com o Neil, e a tentar ficar na melhor forma possível. Durante esse tempo, a WWE nunca me contactou ou me informou de qualquer plano. Eu queria ser proactivo - especialmente enquanto estava a receber o meu primeiro cheque semanal em anos - então eu ligava-lhe sempre a cada duas semanas para verificar e ver se precisavam que eu fizesse alguma coisa.

Em Dezembro, viajei para casa em Aberdeen para o Natal. Achando que não havia maneira da WWE me ligar até começar o ano seguinte, satisfiz-me com dez dias de gula natalícia. Biscoitos de açucar, bolo de abóbora, rolos de canela. Nada era além do limite. Claro que foi nessa altura que a WWE ligou: o Sábado após o Natal.

Para não dizer mais, eu estava preocupado. Após comer todos aqueles doces e quase não fazer exercício durante dez dias, sentia-me o homem mais gordo do mundo. Quanto dano dá para se causar nesse espaço de tempo é debatível, mas não importava, porque afectou a minha confiança. Para tornar as questões piores, eu ainda estava doente com a minha terceira infecção por estafilococos do ano. Ainda mais, não lutava wrestling há meses - um detalhe crítico, como o velho ditado do wrestling diz, "O único que te pode deixar em forma para wrestling é wrestling."

Quando cheguei ao programa nessa Segunda-Feira, fiquei aliviado ao saber que não ia fazer algo que fosse transmitido em TV. Lutei com o Chavo Guerrero num combate não-televisivo antes do programa. Esse combate contra o Chavo foi apenas a segunda vez que eu realmente fiquei "blown up" - um termo usado no wrestling para quando alguém fica mesmo muito cansado durante o combate, ao ponto de afectar a performance - na minha carreira de dez anos. A primeira vez foi no meu combate de mais de quarenta minutos com o Paul London em 2003, onde pesei o meu máximo de 93kg. Com a combinação de comer comida horrível, não lutar durante meses, e os meus nervos, ao final do combate de sete minutos com o Chavo, eu estava a arfar. Toda a gente me disse que foi bom, mas eu não me senti o meu melhor. E se eu fosse estrear em TV, nada abaixo do meu melhor seria aceitável.

Com isso em mente, pedi para passar uma semana na FCW, o programa de desenvolvimento da WWE em Tampa, para sacudir o ferrugem em ringue e voltar à forma para o wrestling. Após apenas uma semana lá, onde lutei principalmente com o Low Ki, senti-me infinitamente mais confiante. O meu plano era pedir para ir lá uma semana de cada mês até estarem prontos para me terem a começar na programação da WWE. Mas mesmo antes de eu estar de saída da Florida, sete outros homens e eu fomos puxados para um escritório pelos treinadores, Dusty Rhodes, Norman Smiley, e Tom Prichard (Dr. Tom). Deram-nos as boas notícias que seríamos todos chamados para TV. A WWE ia estrear um novo programa chamado WWE NXT, um híbrido de wrestling e reality TV, que ia substituir o programa da ECW que dava às Terças à noite. Eles não tinham muitos detalhes, contudo disseram-nos que seria uma espécie de competição/reality show. Ao início não parecia real, mas no dia seguinte, tinham-nos a tirar todo o tipo de fotografias e a gravar vídeos para o programa. Estávamos todos excitados com a oportunidade, especialmente alguns dos rapazes que tinham passado anos em desenvolvimento sem ter o seu lançamento.

Da forma que nos explicaram, nós apenas lutaríamos às Terças a cada semana, e não havia maneira de lutarmos todos em todos os programas. Eu queria ficar em forma e lutar mais frequentemente, então falei com o Dr. Tom e tomei a decisão de me mudar para a Florida para que pudesse lutar nos programas da FCW também. Atravessei as 2300 milhas de Vegas a Tampa em três dias, que incluiu uma pequena interrupção no Texas que me atrasou algumas horas. Cheguei lá mesmo a tempo de mudar as minhas coisas para um quarto que aluguei ao Evan Bourne, depois, não muito depois, todos voámos para a primeira gravação do NXT.

(...)

No próximo capítulo: O que já vimos e ainda recordamos: Daniel Bryan no NXT. Mas só conhecemos o nosso ponto de vista. Teremos o mais interessante na próxima semana, o do próprio!

WWE Mixed Match Challenge 18.09.2018 (Season 2) | Vídeos + Resultados


Sendo apresentado numa plataforma diferente (Facebook Watch) e com algum sucesso, a WWE regressa com uma segunda temporada em que, desta vez, 10 equipas mistas (5 do Monday Night Raw e outras 5 do Smackdown Live) batalham num torneio no estilo "Round Robin" onde, até à data de hoje, os vencedores doarão 100 mil dólares a uma instituição de caridade à sua escolha.

Ao contrário do que aconteceu na primeira temporada, a WWE anunciou previamente as equipas mistas (em vez de nenhum lutador(a) saber com quem vai fazer equipa), sendo que algumas combinações regressam como o caso dos vencedores The Miz e Asuka e portanto deixamos aqui a lista dos participantes desta nova temporada:

Monday Night Raw Smackdown Live
Finn Bálor & Bayley The Miz e Asuka
(VENCEDORES 1ª TEMPORADA)
Jinder Mahal & Alicia Fox R-Truth & Carmella
Braun Strowman & Alexa Bliss AJ Styles & Charlotte Flair
Kevin Owens & Natalya Jimmy Uso & Naomi
Bobby Lashley & Sasha Banks Rusev & Lana

Foi anunciado também que esta temporada terá 14 episódios de 30 minutos, onde cada um terá 2 combates em destaque. Será novamente transmitido na plataforma de vídeos do Facebook chamado Facebook Watch e na mesa de comentadores teremos os habituais Michael Cole, Corey Graves e a eles junta-se a ex-Women's Champion por múltiplas vezes e WWE Hall of Famer Beth Phoenix.

A estreia desta temporada tem como destaque os seguintes dois combates:
  • Raw: Braun Strowman e Ember Moon (que substituí por esta noite Alexa Bliss) vs. Kevin Owens e Natalya
  • Smackdown Live: WWE Champion AJ Styles e Charlotte Flair vs. Jimmy Uso e Naomi

Streams:

(clicar num número para mudar de stream)

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WWE Smackdown Live 18.09.2018 | Vídeos + Resultados


Este episódio do Smackdown Live (transmitido todas as terças-feiras) tem como destaque um combate entre o WWE Champion AJ Styles e Andrade Almas, sem o título em jogo.

Para além disso, também estão confirmados os seguintes combates/segmentos:
  • Rusev vs Shinsuke Nakamura pelo US Title
  • Charlotte Flair atrapalhará o retorno da nova campeã, Becky Lynch?
  • O que vem a seguir para Jeff Hardy e Randy Orton?
  • Quem será o convidado misterioso do MizTV?

Resultados


1) Cesaro (c/ Sheamus) vence Smackdown Tag Team Champion Kofi Kingston (c/ Smackdown Tag Team Champions Big E e Xavier Woods) por pinfall após aplicar um "Neutralizer".

2) Shinsuke Nakamura vence Rusev (c/ Lana e Aiden English) por pinfall para reter o WWE United States Championship após aplicar um "Roll-Up". Ao final da luta, English subiu ao ringue e tentou animar Rusev, mas acabou distraindo-o e dando a brecha para Nakamura ganhar.

* Após a luta, Aiden atacou Rusev, acertando-o várias vezes com seu microfone, e indo embora após desejá-lo um Feliz Rusev Day.

3) WWE Champion "The Phenomenal" AJ Styles vence Andrade "Cién" Almas (c/ Zelina Vega) por pinfall sem o título em jogo após aplicar um "Styles Clash".

*Após a luta, Samoa Joe apareceu e atacou AJ, levando-o para fora do ringue, onde o campeão se recuperou e fez Joe fugir pela platéia.

4) Asuka (c/ Naomi) vence Billie Kay (c/ Peyton Royce) por submissão após aplicar um "Asuka Lock".

Vídeos

terça-feira, 18 de setembro de 2018

PPV Review - WWE Hell in a Cell 2018


Data: 16 de setembro de 2018
Arena: AT&T Center
Localidade: San Antonio, Texas


WWE Monday Night Raw 17.09.2018 | Vídeos + Resultados


Este episódio do Monday Night Raw (transmitido todas as segundas-feiras), tem como destaque mais uma aparição de The Undertaker respondendo as declarações Triple H sobre o seu combate no Super Show-Down

Para além disso, também estão confirmados os seguintes combates/segmentos:
  • Irão Seth Rollins e Dean Ambrose voltar a enfrentar Dolph Ziggler e Drew McIntyre?
  • Quais as consequências do retorno de Brock Lesnar?
  • Quem será a próxima desafiante de Ronda Rousey?

Resultados


1) Raw Tag Team Champion Drew McIntyre vence Dean Ambrose por pinfall após aplicar um "Claymore".

2) Chad Gable (c/ "Glorious" Bobby Roode) vence Viktor (c/ Konnor) por pinfall após aplicar um "Chaos Theory". Konnor interferiu durante a luta, mas não conseguiu fazer nada contundente.

* Após o combate, quando Roode e Gable comemoravam, Konnor atacou Chad pelas costas, derrubando ambos. Da rampa, ele disse que Gable não era nada, indo embora enquanto Bobby ajudava o parceiro.

3) Bayley (c/ Sasha Banks) vence Dana Brooke por pinfall após aplicar um "Bayley to Belly".

4) The Authors of Pain (Akam & Rezar c/ Drake MAverick) vencem Barrett Brown & Gregory James por pinfall após aplicarem um Super Collider" e Rezar fazer pinfall em James.

5) Seth Rollins vence Raw Tag Team Champion Dolph Ziggler por pinfall para reter o WWE Intercontinental Championship após aplicar um "Blackout".

6) Elias vence Bobby Lashley (c/ Lio Rush) por desqualificação após Rush acertá-lo com um "Enzuigiri". Ao final do combate, Kevin Owens apareceu e perseguiu Rush, que correu para o ringue, onde acabou interagindo com Elias e o atacando.

* Após a luta, Owens tentou aplicar um "Powerbomb" em Rush na lateral do ringue, sendo impedido por Lashley que ainda o atacou com um soco. Em seguida, ele segura Lio e aplica um "Military Press", jogando-o sobre os heels, para depois ambos comemorarem juntos.

7) Nia Jax & Ember Moon vencem Mickie James & Alicia Fox (c/ Alexa Bliss) por pinfall após Jax aplicar um "Samoan Drop" em Fox.

8) Roman Reigns vence Baron Corbin por pinfall para reter o WWE Universal Championship após aplicar um "Spear". O combate foi inicialmente finalizado quando Corbin acertou Reigns com uma cadeirada fora do ringue, mas Baron usou sua posição como GM para reiniciar o combate como um No Disqualification match.

* Após reinicio da luta, Braun Strowman, Dolph Ziggler, Drew McIntyre, Seth Rollins e Dean Ambrose vieram ao ringue, se envolvendo em uma grande briga com Reigns e Corbin, que foi finalizado ao retornar ao ringue depois de bloquear uma tentativa de "Suicide Dive" de Roman. O programa se encerrou com a Shield triunfante no ringue encarando Strowman, Ziggler e McIntyre.


Vídeos

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

WWE Hell In A Cell 2018 | Vídeos + Resultados


A estrutura demoníaca da WWE está de regresso mais um ano, pois a empresa apresenta mais uma edição do WWE Hell In A Cell, em que como grande destaque teremos a defesa do WWE Universal Championship, no qual o novo campeão Roman Reigns defende contra Braun Strowman (que faz o "cash-in" da sua mala do Money In The Bank) num "Hell In A Cell Match" e terá como árbitro convidado, Mick Foley.

What an IMPACT! #19 - Knockouts XPlosion


Olá a todos e sejam bem vindos a mais uma edição do 'What an IMPACT!'. Estamos na contagem decrescente para o Bound For Glory, faltando apenas 4 semanas para o maior evento do ano para o Impact Wrestling.

Um dos problemas que aponto à empresa é o facto da divisão feminina ser reduzida neste momento. Quando olhamos para trás e comparamos as várias eras que atravessaram a empresa, conseguimos extrair delas todas um plantel bastante sortido em termos de lutadoras, no entanto, na atualidade não vemos isso.


O Impact Wrestling perdeu grandes nomes como Gail Kim, Awesome Kong, Angelina Love, etc. Embora seja normal deixarem de lutar, estas mulheres poderiam ser usadas para ajudar a desenvolver a divisão, algo que só Gail Kim está a fazer nos bastidores. Em tempos o Impact tinha as mulheres envolvidas nos segmentos mais vistos da programação, algo que já não se vê agora.


Mas afinal o que falta à divisão? Talvez mais oportunidade, um plantel mais diversificado, um título com mais prestígio, mais que uma história na mesma programação, mais competição. Pessoalmente eu gostaria que o plantel aumentasse ao ponto de termos de volta o título de equipas feminino. Se querem que o Impact seja diferente, como há tempos o foi, seria bom voltar com este título de forma a ter mais um pretexto para as mulheres aparecerem nos ecrãs dos fãs e mostrarem aquilo que valem no ringue.

Pode parecer que o Impact não tem tempo na sua programação para inserir uma nova divisão, porém isso poderia ser arranjado de 2 formas bem simples:

- Cortar no GWN Moment of the Week
Esta parte na programação pode tomar até 10 minutos, sendo esse o tempo suficiente para um combate ou segmento de relevo na construção de rivalidades ou personagens.

- Investir no XPlosion
Atualmente o XPlosion é um programa secundário que tem emissão na TV internacionalmente, não tendo lugar nas televisões dos Estados Unidos (principal mercado da empresa), estando apenas disponível para este mercado através da Global Wrestling Network. Este programa poderia ser usado como uma ferramenta de apoio ao Impact, desenvolvendo rivalidades através de pequenos detalhes que poderias ser completados com combates ou pequenos segmentos, não só para o caso das mulheres, mas também para o resto do plantel.


Em termos de negócio poderia ser vantajoso investir nesta programação com conteúdo exclusivo de forma a fazer com que as pessoas aderissem à GWN. Desta forma a companhia teria a oportunidade de criar histórias e personagens com 3 horas de programação semanal, sem cansar os fãs, tendo dois programas, o Impact de 2 horas e o XPlosion de 1 hora.

Numa altura em que o wrestling feminino está em crescimento e com mais atenção que nunca, colocar um programa com um propósito de desenvolver e aumentar a divisão seria bem visto pelos olhos dos fãs, ou pelo menos essa é a minha opinião, mas claro que sou apenas um fã.

domingo, 16 de setembro de 2018

WWE Hell in a Cell 2018 | Preview


A estrutura demoníaca da WWE está de regresso mais um ano, pois a empresa apresenta mais uma edição do WWE Hell In A Cell, em que como grande destaque teremos a defesa do WWE Universal Championship, no qual o novo campeão Roman Reigns defende contra Braun Strowman (que faz o "cash-in" da sua mala do Money In The Bank) num "Hell In A Cell Match" e terá como árbitro convidado, Mick Foley.

King of... Finishers #54 | Randy Savage vs. Báron Corbin


Sejam bem-vindos a mais uma edição do "King of... Finishers", onde continuamos a procurar (juntamente com vocês) o melhor golpe final na história do wrestling (seja de estrelas do passado, presente ou do futuro).

Chegamos então à sexta eliminatória dos oitavos-de-final, onde não só os comentários daqui irão contar mas também os votos que os utilizadores façam nas principais redes sociais (Facebook e Instagram). Vejamos os resultados dos 3 modos de votação!



VENCEDOR:

Kenny Omega
"One-Winged Angel" - 134 votos


VS.

Petey Williams
"Canadian Destroyer" - 132 votos

Na 5ª eliminatória dos oitavos-de-final, juntando todos as votações efectuadas nos comentários e nas redes sociais, o "One Winged Angel" de Kenny Omega qualificou-se para a próxima fase, num embate muito equilibrado. Vejamos a lista dos "Finishers" que se qualificaram para a próxima fase:

Ember Moon - "Eclipse"
Shawn Michaels - "Sweet Chin Music"
Edge - "Spear"
Seth Rollins - "Curb Stomp"
Kenny Omega - "One Winged Angel"





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Esta semana arrancamos com a sexta eliminatória dos oitavos-de-final, que opõe os "finishers" de Báron Corbin e Randy Savage!

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Randy Savage
"Diving Elbow Drop"

VS.

Báron Corbin
"End of Days"







Votem já no vosso finisher favorito!

Os 5 Combates "Must-See" da Semana | 1 a 15 de Setembro 2018


Sejam bem-vindos de volta fãs de wrestling! Depois de uma semana de interregno, volto nesta semana com 5 combates "must-see" para vocês.

As duas últimas semanas foram marcadas pelo PPV All In, que foi muito bom e revolucionário para o mundo do wrestling. Com destaque negativo fica a WWE, que está a sofrer bastante em termos de qualidade, o que vem a ser comum quando se aproxima a data de um PPV (neste caso o Hell in a Cell).

Nestas duas últimas semanas tivemos 2 episódios da segunda edição do Mae Young Classic, onde participou a portuguesa Killer Kelly que merece uma menção neste artigo pela sua participação positiva na minha opinião. Porém, nenhum dos combates do torneio deste ano me saltou á vista, sendo que nenhum deles vai estar presente nesta lista.



All In 01.09.2018

Singles Match
Kenny Omega vs Penta El Zero M
  
Desta vez começo com o que foi para mim o melhor combate do All In. A única coisa a apontar a este combate é o facto de não ter tido nenhum título em jogo, que tornaria o combate ainda melhor do que foi!

Para mim esta foi um combate de sonho, que opôs dois dos meus lutadores favoritos. De um lado estava Kenny Omega, a "Best Bout Machine", e do outro o "Zero Miedo" Pentagon Jr. (ou Penta El Zero M, como preferirem).

O combate não se prolongou por muito tempo e paraceu quase um concerto em que uma banda toca os seus melhores hits sem encher o concerto com interrupções e momentos parados. 

No final, ainda tivemos direito a um ataque de Chris Jericho (!) a Kenny Omega, que pode ser um sinal de um novo encontro entre os dois lutadores canadianos.

Espero ver estes dois a lutarem por um título no futuro, e que nos proporcionem um combate ainda melhor do que este!



NJPW Road To Destruction - Day 2 07.09.2018

Tag Team Match
Golden Lovers (Kenny Omega e Kota Ibushi) vs CHAOS (Tomohiro Ishii e Will Ospreay)
 

Este foi um combate que poderia ter passado despercebido por ser um tag team match num dos programas “Road to …” do NJPW. No entanto, foi um dos melhores tag team matches que já vi, e na verdade não posso ficar muito espantado! Dos 4 intervenientes, todos fazem parte do conjunto dos 10 melhores wrestlers da atualidade (na minha opinião), portanto a qualidade era garantida.

Os Golden Lovers são fantásticos e demonstram a sua boa forma em todos os combates em que participam, tanto em conjunto como separados. Do outro lado do ringue estiveram Ishii e Ospreay que têm uma excelente química quando estão lado a lado.

As duas equipas batalharam durante cerca de 20 minutos para nos proporcionarem um combate clássico de pares, que tenho a certeza que vai aparecer em diversas listas dos melhores combates de 2018.



All In 01.09.2018

Six-Man Tag Team Match
Bandido, Rey Fenix e Rey Mysterio vs Kota Ibushi, Matt Jackson e Nick Jackson
Este foi um combate muito bom e o main event do All In, mas poderia ter sido melhor se o tempo para esta 6-man tag team match não tivesse sido tão escasso. Dessa forma pareceu que o final foi um bocado apressado.

De qualquer das maneiras esteve cheio de qualidade e de spots excelentes, merecendo assim um lugar na lista destas duas primeiras semanas de Setembro.

Achei um pouco estranho este ser o main event do All In, pois considero que talvez a escolha acertada fosse colocar Cody vs Aldis pelo NWA World Heavyweight Title nessa posição. No entanto, Cody e os Young Bucks parecem ter feito uma boa escolha no card que manteve o PPV sempre a um bom ritmo do início ao fim.

É uma pena o combate ter durado apenas 12 minutos, mas foi suficiente para mostrar a qualidade de Bandido, que até aqui era um pouco desconhecido para o público menos atento. Se tivessemos mais uma pitada de Rey Fenix e de Kota Ibushi, poderia considerar colocar este combate na minha lista de melhores combates de 2018.



All In 01.09.2018

Singles Match
Kazuchika Okada vs Marty Scrull

Este foi o combate que teve a melhor build do All In. A história descrevia Marty Scrull como o Junior Heavyweight que nunca iria conseguir ganhar ao poderoso heavyweight e ex-IWGP Heavyweight Champion Kazuchika Okada (que para mim é o melhor wrestler do mundo).

A qualidade foi muito boa, e demonstrou-se a qualidade técnica de ambos os lutadores. Os dois mostraram a toda a gente a razão por serem tão populares entre os fãs. Apesar de achar que o combate se prolongou por muito tempo e “roubou” alguns minutos ao main event, continuo a considerar que foi excelente.

Esta exibição também pode ser muito boa para o Marty Scrull porque lhe abre as portas á subida de classe de peso (ou então vai para o 205 Live 😊).



Ring of Honor Wrestling 09.09.2018

30-minute Ironman ROH World Championship Match
Jay Lethal (c) vs Jonathan Gresham

Este ironman match de 30 minutos foi muito consistente. Terminou num empate com ambos os lutadores a conquistarem uma vitória sobre o outro.

Após o combate, Gresham exigiu a Jay Lethal mais uma oportunidade que o campeão do ROH aceitou. Em 5 minutos, Lethal defendeu o título e voltou a reforçar a sua posição no topo do Ring of Honor.

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As últimas duas semanas foram dominadas pelo PPV All In, que vai ficar para a história por diversas razões. Eu gostei bastante e não me importava que existissem mais destes mas desta vez com mais títulos em jogo. Imaginem se Kenny vs Pentagon fosse um combate pelo título!!!

Em contraste, na WWE a qualidade dentro do ringue caiu bastante, algo que é comum quando se aproxima um PPV. Neste fim de semana acontece o Hell In a Cell e vamos ver como correm as coisas nesse Pay Per View.

Até á próxima semana, fãs de wrestling!

O que teria sido Jeff Hardy sem as drogas?

Jeff tem a carreira marcada pelos spots e... pelos problemas

A WWE bem tentou utilizar Matt e Jeff Hardy para reforçar a divisão de tag team em abril do ano passado, mas acabou por não resistir à tentação de relançar o The Charismatic Enigma a solo.

Não é para menos. Por muitos anos que passem, há o reconhecimento de que a divisão de equipas há muito que passou a ser pequena para Jeff, que passou ao lado de uma carreira ainda maior.

Quando enumeramos os melhores performers de todos os tempos, provavelmente não referiremos o nome dele, mas ficará no ar a ideia de que tinha todos os atributos – menos os psicológicos… - para singrar como main-eventer da WWE no século XXI.

sábado, 15 de setembro de 2018

Wrestling e Vinho Tinto #13 | O Inferno na Cela do Romano


Broas Pessoal

Amanhã é dia de combates dentro de uma jaula fechada que se abre sempre para spots de assassinato ao vivo!

Teremos um cão, duas belas e um monstro, e um combate entre dois indivíduos cheios de pinturas rupestres...

Será que a Wendy vai aparecer para esbofetear o seu esposo?

Será que a Alexa vai aguentar uma ronda com a Ronda?

Será que usar robes aumenta a probabilidade de aparecimento de micoses?

Tudo isto e muito mais em... WRESTLING E VINHO TINTO!

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IMPACT Wrestling 13.09.2018 | Vídeos + Resultados


Este episódio do IMPACT Wrestling (transmitido todas as quintas-feiras) tem como destaque um combate entre o X-Division Champion Brian Cage e Kongo Kong.

Para além disso, também estão confirmados os seguintes combates/segmentos:
  • Joe Hendry e Grado preparam um surpresa para Katarina
  • Lucha Brothers vs Cult of Lee
  • Atualização sobre o estado de Johnny Impact
  • Irão os OGz e a LAX respeitar seu acordo de trégua?

Resultados


1) Lucha Brothers (Fénix & Pentagón Jr) vencem The Cult of Lee (Trevor Lee & Caleb Konley) por pinfall após aplicarem um "Spike Fear Factor" em Lee.

* Após a luta, a oVe apareceu em um vídeo, com Sami Callihan citando como eles eram os maiores drawers da indústria atual e o melhor trio já visto no wrestling. Em seguida, ele diz que quer desafiar os mascarados para um combate de trios, visto que o último que tiveram foi aclamado pelo público, sendo que em vez de Rich Swann eles querem Brian Cage como parceiro dos mexicanos, para ensiná-lo a parar de se meter em seus assuntos. Callihan finaliza dizendo que a luta será no Bound for Glory, e que eles destruirão o "Machine".

2) Alisha Edwards vence Katarina por pinfall após aplicar um "Roll-Up". Logo no começo da luta, Grado e Joe Hendry apareceram, e Hendry disse que iria apresentar um vídeo especial para a ex-namorada de Grado, onde ele a rejeitava, o que distraiu totalmente Katarina e permitiu que Alisha vencesse.

3) Impact Tag Team Champions Latin American Xchange (Santana & Ortiz c/ Konnan) vencem The Fraternity (Trnet Gibson & Jake Deckard) por pinfall sem os títulos em jogo após aplicarem um "Street Sweeper" em Deckard.

* Após a luta, os OGz vieram até o ringue, com King dizendo que iriam mostrar o que era a verdadeira vida dos guetos. Ele provoca a LAX, sabendo que Konnan os impediria de atacar, mas também reclamando da trégua forçada pelos chefões dos cartéis. Ele segue os provocando, mas quando ele diz que se arrepende por deixar o pequeno Ritchie, que ele atropelou semanas atrás, ainda vivo, Konnan se enfurece e tentar brigar com ele, sendo que ambos são segurados por seus associados.

4) Impact X-Division Champion Brian Cage vence Kongo Kong por pinfall sem o título em jogo após aplicar um "F-5".

* Após a luta, Cage fez uma promo direcionada a oVe. Ele disse que o trio de Ohio podia não ter a maior audiência do wrestling, mas eles tinham muita coragem para desafiar ele, Pentagón Jr e Fénix, e falou que ele entraria no Bound for Glory e dizimaria cada um dos heels.

5) Austin Aries (c/ Killer Kross e Moose) vence Fallah Bahh (c/ KM) por submissão para reter o Impact World Championship após aplicar um "Last Chancery". Ao final do combate, Kross e Moose distraíram Bahh quando este ia aplicar um "Banzai Drop", dando a brecha para Aries contra-atacar e vencer.

* Após a luta, Aries tentou aplicar outro "Last Chancery" em Fallah, e quando KM tentou impedi-lo, Kross o afastou com um "Doomsday Saito" e Moose o finalizou com um "Spear". Em seguida, os três levaram KM para fora do ringue, e acertaram-no com uma cadeirada, enquanto este tinha outra cadeira em volta do pescoço. O programa se encerra com a comemoração de Aries e seus asseclas, enquanto os faces permanecem caídos.

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