segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Overrated ou Underrated #55 - The Bludgeon Brothers


Sejam bem-vindos a mais uma edição do Overrated ou Underrated. Na última edição foi analisado o mestre dos Power Points, Drew Gulak. Na edição desta semana, vamos analisar uma equipa em ascensão na Smackdown, e uma das equipas mais assustadoras na WWE.

Apresentando agora o espaço para quem nunca leu uma edição ou simplesmente não está recordado da essência de um Overrated ou Underrated.

Underrated – Alguém que é subvalorizado ou não têm o devido reconhecimento seja aos olhos da industria do wrestling ou até dos fãs.

Overrated – Precisamente o contrário do ponto anterior. Alguém que é sobrevalorizado e que a industria do wrestling ou fãs dão demasiado crédito por aquilo que faz.

No ponto – Nem toda a gente ocupa um lugar acima ou abaixo daquilo que realmente merece. Existem lutadores que ocupam o lugar que ocupam na industria porque é exactamente nesse sitio que merecem estar e têm também exactamente o reconhecimento que merecem da parte dos fãs.

Por fim, gostaríamos sempre de saber a vossa opinião, quer concordem ou discordem da nossa avaliação sobre o wrestler em questão. Tentem também coloca-lo numa destas três categorias e caso se sintam à vontade podem sempre dar sugestões sobre wrestlers que gostariam de ver neste espaço.



Nesta edição do Overrated ou Underrated, temos connosco os Bludgeon Brothers, a dupla de Harper de Rowan, que têm destruído tudo no seu caminho.

*********************

Btaker22 (Underrated) –Para mim, tanto o Luke Harper e o Erick Rowan mostraram que mereciam, pelo menos, aquilo que parece que está agora a acontecer, ou seja, fazer parte de uma equipa bastante dominante. Porque é isso que ambos são...dois wrestlers com um físico que se impõe e com um look que mostra bastante aquele ar aterrorizante que eles querem fazer passar. Se os Bludgeon Brothers continuam nesta onda de domínio com esta nova personagem, eu diria que seriam merecedores de ganhar os títulos de equipas em breve.

Contudo, se analisarmos mais atrás, percebemos que, até agora, a melhor altura deles em conjunto foi na Wyatt Family, porque o Bray Wyatt os tornava relevantes, mas mesmo assim não lhes foi dado algo mais que os legitimasse para uma coisa mais importante que os lacaios do Bray Wyatt. Ainda assim, eles sempre mostraram que em conjunto eram dois monstros bastante capazes no ringue, e basta ver aquele combate impressionante com os Shield. Sendo o Harper o membro que mais se destaca, este teve um reinado como campeão Intercontinental, onde mais uma vez mostrou que no ringue é bem capaz. É por isso que é difícil perceber porque é que, depois disso, nunca mais se arranjou nada para ele, tirando alguns combates onde voltou a impressionar contra Kane's ou Randy Orton's.

Mesmo o Erick Rowan, não tendo a mesma capacidade do Harper, também é um bom powerhouse, e tem uma imagem ainda mais arrepiante, com as máscaras esquisitas...mas mesmo assim, também nunca lhe foi dadas as oportunidades de ficar "over". Lembro-me de um ponto crítico quando lhe deram uma derrota para o Big Show num Stairs Match, que podia ter-lhe dado credibilidade para atingir outro nível.

De qualquer das formas, mais que não seja, enquanto equipa tenho a certeza que este mereciam triunfar se continuarem a fazer o que estão a fazer, e tendo em conta as vezes em que podiam ter tornado, tanto um, como outro, em monstros dominantes individualmente, tal como pelo facto de ainda não terem sido campeões de equipas fora da NXT, tenho de os considerar a ambos Underrated.

*********************

Cell (Underrated) –Muitas stables que aparecem na WWE têm claramente um líder. Mesmo quando não é dito diretamente, há sempre uma superstar que tem mais tempo no micro, mais protagonismo, etc. A Wyatt Family enquadra-se nesta ideia, com Bray, claramente,como líder. Mas, o que podemos dizer de Harper e Rowan?

Tal como eu disse, uma stable acaba sempre por ter um líder, alguém com mais protagonismo. Mas, uma stable só funciona perfeitamente se todas as partes fizerem a sua parte. Harper e Rowan, a meu ver, fizeram extremamente bem a sua parte na Wyatt Family. Dois homens, no mínimo, intimidantes, que serviam de guarda costas do patriarca da família, impressionantes na maneira como atuavam e se mexiam no ringue. Neste sentido, Harper era o que se destacava mais, sendo elogiado, quase todas as semanas, pelo WWE Universe e os oficiais. Rowan não fica muito mais atrás, mexendo-se com agilidade a mais para alguém do seu tamanho.

Talvez, o que diferencia mais Harper de Rowan é o carisma que cada um traz há dupla. Harper parece ter um maior à vontade no micro que Rowan, por vezes até complementando as promos de Bray na Wyatt Family. Como Rowan não tem esse à vontade, a WWE procurou sempre explorar a sua imagem (que por si só já era assustadora), dando-lhe uma máscara que o deixa a parecer quase extraterrestrial. Atualmente, nos Bludgeon Brothers, a WWE dá uma oportunidade justa, a cada um, no micro.

Harper e Rowan ou os Bludgeon Brothers, como quiserem chamar, são uma equipa impressionante, que já teve várias tentativas de separações, mas que, mais cedo ou mais tarde, voltam a juntar-se, porque acaba por ser o melhor para os dois, a longo prazo. É incrível que uma equipa, que parece até ser bastante elogiada, apenas tenha tido um reinado com os títulos de Tag Team na NXT. Harper teve um reinado, de poucas semanas, com o título Intercontinental, o que pode revelar que Harper, individualmente, é melhor que Rowan.

Considerando o talento que têm como equipa e os reinados (ou falta deles) que tiveram, tenho de os considerar extremamente underrateds


*********************

Chegamos ao fim desta quinquagésima quinta edição, mas voltaremos como sempre para a semana com mais um lutador a ser analisado. Agora, queremos saber a vossa opinião. Será que os Bludgeon Brothers são:


OVERRATED?

Ou

UNDERRATED?

Ou

QUE ESTÁ NO PONTO?

domingo, 10 de dezembro de 2017

WWE Main Event 08.12.2017 | Vídeos + Resultados


Este episódio do WWE Main Event tem como destaque um combate de equipas a colocar Heath Slater e Rhyno frente aos The Club. Para além disso, também conta com acção de Cruiserweights entre Akira Tozawa e The Brian Kendrick e ainda alguns destaques destes passados Monday Night Raw e Smackdown Live.

sábado, 9 de dezembro de 2017

Opinião Pacifica #8 - Os Jovens Leões



Bons dias caros leitores do Wrestling Noticias e sejam bem-vindos a mais um Opinião Pacifica. Ora, esta semana devem estar todos à espera que eu volte a falar de uma companhia independente, mas a verdade é que eu quero ir por outro caminho.

A semana passada falei sobre a PROGRESS Wrestling, sobre a progressão natural do booking da companhia e sobre como esta é especialista em construir estrelas para o futuro, tanto da própria, como da cena independente britânica e, em certos casos, mundial. E esta temática, de construir o futuro, é algo bastante interessante, se pensarmos bem.

Hoje em dia, são várias as teorias sobre por onde passa o futuro do pro wrestling mundial. Se forem adeptos de WWE, ou se se chamarem Paul Levesque, a futuro passa pelo NXT (e, inevitavelmente, pelo Performence Center). Se forem adeptos de um produto mais alternativo, das indys, por exemplo, podem muito bem dizer, com argumentos e exemplos fortes a sustentar a vossa afirmação, que o futuro passa pelo wrestling independente. Mas existe algo, um lugar, que eu, enquanto fã de wrestling, não oiço ser referido muitas vezes e, na minha modesta opinião, tem sido a escola de wrestling que mais estrelas, de maior qualidade e que, mais sucesso têm tido, tem criado desde… bem, podemos afirmar nas últimas décadas.


Estou a falar da New Japan Dojo e do sistema de Young Lions da companhia nipónica. Passando algo desapercebida para alguns (e aposto mesmo que alguns nem saibam da existência desta plataforma de treino), o Dojo da NJPW tem sido um dos maiores criadores de talento a nível mundial. Se pensarem nos grandes talentos japoneses da actualidade, como Kazuchika Okada, Hiroshi Tanahashi, Tetsuya Naito ou Shinsuke Nakamura, todos vieram do Dojo da NJPW. Mesmo nomes como Finn Balor ou lendas como Jushin Thunder Liger, fizeram a sua formação de wrestling nesta “escola”.

Ora, e vocês dizem, o que uma escola de wrestling no Japão tem de tão diferente de uma escola de wrestling nos estados unidos, como, por exemplo, o Performence Center?

Acho que, primeiro de tudo, vale a pena evidenciar algo: o PC não é uma escola de Wrestling. Como eu já falei no meu artigo de regresso ao Wrestling Noticias, a WWE não é uma companhia que tenha o wrestling como o seu principal foco (sendo este, o tão falado Sports Enterteinament), por isso, não faz qualquer sentido que o centro de treinos destes seja virado para ai. O PC é totalmente virado para o lado do entretenimento do wrestling. Por exemplo, uma das primeiras coisas que os alunos do PC fazem quando lá chegam, é trabalho de personagem. Escolherem a sua persona in wrestling, trabalharem os seus maneirismos, o seu mic work, e esse tipo de componentes que, são obviamente importantes, num produto formatado para a televisão norte americana.


Mas e no Japão? E na NJPW em que o produto deles é a competição desportiva do wrestling? Bem, aqueles que conhecem minimamente o que é o New Japan Dojo, sabem das histórias. A educação no Japão é muito diferente da educação no resto do mundo. Muito mais disciplinada, muito mais virada para o respeito pelos antigos, para a humildade enquanto individuo, para a união enquanto grupo. Tudo ferramentas que ajudam a organizar a sociedade japonesa e que reflectem-se nestes Dojos.

Uma das principais tarefas de quem frequenta o Dojo da NJPW é a limpeza do mesmo. Exato, leram bem. São os alunos, as pessoas que lá estão a estudar e a treinar para ser os próximos grandes wrestlers, que limpam o dojo, cozinham para eles e para os mais velhos, que lavam a roupa, que a estendem, tudo. Por isso, sim, pessoas como o grande Kazuchika Okada ou o ace Hiroshi Tanahashi, tiveram que cozinhar e lavar a roupa dos seus treinadores, antes de tornarem-se quem são.

Quando um aluno entra para o Dojo da NJPW, é chamado de Young Lion, nome que deriva do símbolo da companhia, um leão. Por isso, estes estudantes são os jovens leões que mais tarde se tornarão as estrelas da companhia. E os Young Lions são todos iguais, em todos os aspectos, tirando os físicos e o próprio nome. Quando começam, os Young Lions vestem todos os mesmos trunks pretos, as mesmas botas pretas, as mesmas joelheiras pretas e têm todo o mesmo moveset: clothesline, bodyslam, algumas holds e um boston crab como finisher, mais algumas moves básicas e pronto. Não passa disso.



E isto porquê? Porque é imensamente importante, para um wrestler que quer ter aspirações de se tornar um dos melhores do mundo, que é exactamente isso que a NJDojo fabrica, os melhores wrestlers do mundo, aprender os básicos, solidifica-los e mecaniza-los até que saiam da forma mais natural possível. Nada de moves excêntricas, nada de gimmicks, nada de vitórias. Primeiro, é trazer tudo ao básico e fazer os young lions perder todo o tipo de ego que têm, para poderem crescer humildes e conhecedores da arte que praticam, o wrestling.

Algo positivo a cerca do Dojo da New Japan é o facto de preparar os wrestlers para os falhanços e para os tempos duros do futuro. Como fãs de wrestling, sabemos que nem sempre, todos os wrestlers podem ter destaque ao mesmo tempo. Apesar de merecem, muitos acabam por ter que deixar o spotlight em detrimento de outros e isso, por vezes, para alguém que treina e luta há anos, que, por vezes dedicou quase uma vida inteira ao desporto e à companhia em que está, ter que dar um passo atrás para dar espaço a outros para brilhar, é um processo complicado de digerir e o Dojo ensina isso mesmo.

Se por um lado, no início da tua carreira, és “humilhado” com constantes derrotas, com a falta de identidade, com limitações em ringue e falta de oportunidade para brilhar, a verdade é que assim que acaba o teu tempo de Young Lion e vais em excursão, tudo muda.


A NJPW tem montes de parcerias por todo o mundo, desde o méxico, passando pelos Estados Unidos e pelo Reino Unido. E não é à toa. Se por um lado estas parcerias ajudam a aumentar a influência e a fama da companhia por todo o mundo, por outro lado, são mais spots em que se pode mandar os jovens lutadores e futuras estrelas da companhia para poderem amadurecer e desenvolver uma personagem que, irá, ser a que irão envergar no futuro quando voltarem à companhia. Pelo menos, uma versão desta.


As experiências de maior sucesso recentemente foram as excursões de Hiromu Takahashi na CMLL (e um tempo na ROH) e de Jay White na ROH. Ambos os lutadores ganharam credibilidade em ringue durante o seu tempo nas companhias em que estiveram, desenvolveram um protótipo de personagem (no caso de Takahashi, com a personagem de Kamaitachi, e no caso de Jay White, uma espécie de versão babyface do que está agora a experimentar) e, quando voltaram à companhia, estavam prontos para envergar um papel de destaque e serem devidamente pushados.

Mesmo lutadores que podem ter passado mais desapercebidos durante as suas excursões, como foi o caso de Sho e Yo, os Tempura Boyz, acabaram por ser devidamente pushados e consolidados quando voltaram à companhia e foram transformados nas novas caras da divisão de tag jr.

E é nisso que a NJPW tem tanto sucesso. Se por um lado, não existe grande continuidade entre aquilo que os lutadores fazem durante a excursão e a sua volta à companhia, pois as suas personagens são mudadas, por vezes, de forma dramática (basta ver o que aconteceu, por exemplo, com Kazuchika Okada que, na TNA, estava a ser tratado de forma horrivelmente má, sendo um jobber e um sidekick de Samoa Joe e, quando voltou para a companhia, tornou-se imediatamente numas das estrelas e caras da mesma), por outro lado, acontece algo que não tem acontecido na WWE: a aposta nas suas estrelas, de forma coesa e coerente, de forma a que, não só fiquem estabelecidos com os fãs, mas com os outros lutadores também, o que é bastante mais importante do que aparenta ser à primeira vista.

Por isso é que é completamente coerente um jovem como Jay White, que ainda agora regressou à companhia e, apesar de uma excursão bastante interessante debaixo da alçada da ROH, nunca foi o tipo de lutador que se achasse que pudesse ser uma das caras da companhia, enfrentar uma das maiores estrelas do momento, senão, de sempre mesmo, do Japão, sem que as pessoas contestem o booking ou o valor do lutador para merecer estar naquela posição. Jay White está mais que preparado para entrar, no dia 4 de Janeiro, no Tokyo Dome e enfrentar Hiroshi Tanahashi, pelo título Intercontinental da IWGP, sem ter medo de estar “pronto para isso”, porque ele sabe que está, a companhia sabe que ele está e, mais importante que tudo, os fãs sabem que ele está.


Se atravessarmos o oceano (e um continente) e vermos o que acontece na companhia de Vicent K. McMahon, é algo completamente diferente. Todos sabemos os graves problemas que existem a nível de continuidade entre o NXT e o roster principal da companhia. Todos sabemos o problema em aproveitar a popularidade de certos lutadores e continuar a eleva-los ao nível a que eles estavam no “território de desenvolvimento” da companhia. Todos vimos o que aconteceu a pessoas como Tyler Breeze, Tye Dillinger, aos Vaudvillans ou até a Bray Wyatt e outros tantos, que acabaram por ficar estagnados por más decisões atrás de más decisões que, em nada, eram fieis ao que os fãs tinham sido acostumados no NXT.

E isso é algo em que a NJPW é bastante boa. Se por um lado ela não ignora que os lutadores estiveram em excursão, nunca tornam isso num ponto fulcral da construção da personagem. Quanto muito, utilizam isso como forma de contar algum tipo de história (como foi o caso de Tetsuya Naito e a sua ultima excursão ao México, que fez com que este ganha-se os maneirismos dos El Ingobernables).

A NJPW apresenta os lutadores no seu início de carreira, como jovens promessas do mundo do wrestling que estão a aprender, ensinam-lhes tudo aquilo que eles necessitam para ter sucesso e mandam-nos “fora de casa”, para que possam maturar e desenvolverem-se sozinhos, de forma independente e a criarem uma identidade. Quando voltam, aproveitam todos os novos conhecimentos e a própria identidade que o lutador acumulou, limam as arestas e apresentam ao público como “aquele puto que aqui estava há uns anos e agora voltou, feito um homem”.


Desde Jushin Thunder Liger a Yuji Nagata, Hiroshi Tanahashi a Shisuke Nakamura, de Kazuchika Okada a Tetsuya Naito e, agora, de Himoru Takahashi a Jay White, a NJPW tem provas mais que dadas que o seu sistema de formação é um dos, senão mesmo o com mais sucesso do mundo. Basta ver a quantidade de lutadores que foram formadas no sistema de formação da companhia e que acabaram por ter sucesso na própria, contra os lutadores que foram formados no PC e tiveram grande sucesso na companhia. Roman Reigns pode ser a única grande exceção disso, mas mesmo assim, acho que todos sabemos de onde vem o sucesso do mesmo (posso estar aqui a esquecer-me de alguém, mas lapsos acontecem).

Mas também temos que ser condescendentes em algo: O Dojo da NJPW existe há décadas, desde os anos 70 pelo menos. O PC existe há sensivelmente, quatro anos. Obviamente que ainda existe uma grande estrada e muitas melhorias a fazer em todos os níveis no sistema de formação da companhia, mas se querem utilizar as fantásticas condições que têm de forma a potenciar as jovens promessas que saem de lá, acho que dar uma vista de olhos à forma que as coisas são feitas em terras do império do sol, não seria, de todo, uma má ideia.

E este foi, meus amigos, mais um Opinião Pacifica. Espero que tenham gostado do tema desta semana, foi algo diferente mas acho que deveria ser abordado, não só porque notei que muita gente, mesmo quem conhece e vê wrestling há bastante tempo, não tem ideia do que é isto do Young Lions System, como para expor-vos a vocês os grandes feitos que este sistema tem feito ao longo dos anos.

Espero-vos aqui para a semana, no mesmo local do costume, as horas ainda a determinar e, o tema, ainda por decidir. Espero ver-vos no próximo Opinião Pacifica e não percam o próximo episódio, porque nós… TAMBÉM NÃO! PEACE!

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

IMPACT Wrestling 07.12.2017 | Vídeos + Resultados


Este episódio do IMPACT Wrestling (transmitido todas as quintas-feiras) tem como destaque um combate de equipas que junta Johnny Impact a Petey Williams para enfrentar a problemática equipa do Global Champion Eli Drake e Chris Adonis.

Para além disso, também estão confirmados os seguintes combates/segmentos:
  • Torneio para coroar uma nova Knockouts Champion continua esta semana com Rosemary vs. Allie vs. Sienna
  • James Storm e Moose vs. Lashley e Dan Lambert
  • Ethan Carter III vs. Matt Sydal pelo Impact Grand Championship.

Reportagem e Resultados



Vídeos



quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

WWE NXT 06.12.2017 | Vídeos + Resultados


Este episódio do NXT tem como destaque as primeiras eliminatórias para definir o candidato principal ao NXT Championship de Andrade "Cien" Almas, que celebra a sua conquista também nesta edição. Para além disso, também conta com ação feminina, no qual Ruby Riott enfrenta Sonya Deville.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Literatura Wrestling | Yes!: My Improbable Journey to the Main Event of Wrestlemania - Agradecimentos


Está de volta a Literatura Wrestling, o espaço de traduções do blog que vos traz uma obra biográfica, na íntegra, reveladora das origens, vida e decorrer da carreira de alguns dos mais marcantes wrestlers que percorreram os ringues que acompanhámos com tanto gosto.

Todas as semanas vos traremos um excerto do livro "Yes!: My Improbable Journey to the Main Event of Wrestlemania", publicado em 2015 por Daniel Bryan e pelo co-autor Craig Tello, a contar o crescimento e peripécias do "Yes! Man" até à sua chegada à WWE e ao main event da Wrestlemania. Boa leitura!


Prefácio: Reconhecimentos de Craig

Desejo estender a minha mais sincera gratidão a ti Bryan, por me dares as boas-vindas à tua jornada na Wrestlemania e a três décadas de muito detalhe pessoal. Esta foi uma experiência incrível, um verdadeiro prazer, e um sonho meu realizado. Ergo a minha garrafa de água reciclável a ti, às tuas habilidades, humildade e crenças. Obrigado também à Bri, pela tua abertura e entusiasmo por este projecto.

Especiais agradecimentos ao fotógrafo Rich Freeda, ao entusiasta de livros da WWE Steve Pantaleo, e à equipa de impressão de St. Martin, mais notavelmente Michael Homler.

Ao Bret Hart, cujo Sharpshooter ao Curt Hennig no SummerSlam '91 abriu os meus olhos de oito anos para o que viria a ser uma carreira com a WWE.

Para todo o talento da WWE que já entreteve uma arena ou respondeu a uma questão minha de alguma entrevista: obrigado pela vossa colaboração e pela inspiração que evocam.

Para a sempre diligente staff do WWE.com - do passado e do presente - que consistentemente provam ser amplamente talentosos e contadores de histórias frequentemente subestimados. Tiro o chapéu a todos os empregados da WWE, que ajudaram a impulsionar a máquina diariamente.

Obrigado ao Vince McMahon e, mais especialmente, à Stephanie McMahon por me dar a primeira oportunidade neste mundo há dez anos atrás.

Agradeço à minha amada mãe pelo seu sacrifício e por sempre demonstrar a poderosa combinação de coração e trabalho árduo. Obrigado à Stacey, ao John e ao Anthony pelo seu amor e apoio ilimitados. Obrigado à minha família inteira - do lado da Jérsia e do lado da Polónia. Ao Chris, que acreditou tanto em mim e me fez saber que eu poderia alcançar qualquer coisa.

Por último... O meu mais profundo amor e apreciação pela minha maravilhosa esposa, Monika, que me inspirou a ser o melhor eu, a cada minuto, todos os dias. E à nossa radiante bebé, Ruby, que espero ver a perseguir e a alcançar os seus próprios sonhos vívidos, daqui em diante. "Kocham cie" (Amo-vos), meus amores.


No próximo capítulo: Estes agradecimentos do autor Craig Tello são apenas um mero aperitivo para o que virá, já a partir da próxima semana. Não percam a próxima edição com o início do primeiro capítulo, com Daniel Bryan já a falar sobre si, a sua estranha adaptação como um "WWE Superstar" e as suas origens, tudo na primeira pessoa!

Ring of Honor Wrestling 03.12.2017 | Vídeos + Card


A Ring Of Honor Wrestling é transmitida todos os fins-de-semana na estação local do grupo de televisões da Sinclair Broadcast, todas as segundas-feiras à noite no FITE TV, todas as terças-feiras à noite no Fight Network do Canadá e ainda todas as quartas-feiras à noite no Comet TV.

Esta semana tem como destaque um combate entre Flip Gordon e o ROH World 6-Man Tag Team Champion Hangman Page.

Eis o card desta semana:

Comentadores: Ian Riccaboni e Colt Cabana

Non-Title Match
Beer City Bruiser vs. IWGP Jr. Heavyweight Champion Marty Scurll

ROH World Tag Team Championship Match
The Motor City Machine Guns (Chris Sabin & Alex Shelley) © vs. The Kingdom (TK O'Ryan & Vinny Marseglia)

Singles Match
Flip Gordon vs. ROH World 6-Man Tag Team Champion Adam Page



WWE 205 Live - 05.12.2017 | Vídeos + Resultados


Devido ao grande sucesso do CruiserWeight Classic no WWE Network, a WWE decidiu apostar numa divisão de Cruiserweights, que agora todas as terças-feiras passaram a ter um programa de 1 hora dedicado exclusivamente a eles na WWE Network chamado 205 Live.

O programa de hoje conta com um combate pessoal entre Cedric Alexander e um dos possíveis pretendentes ao WWE Cruiserweight Championship, Drew Gulak.


Vídeos


WWE Smackdown Live 05.12.2017 | Vídeos + Resultados


Este episódio do Smackdown Live (transmitido todas as terças-feiras) tem como destaque um combate entre o atual United States Champion Baron Corbin e um dos seus pretendentes ao título no Clash of Champions, Bobby Roode

Para além disso, também estão confirmados os seguintes combates/segmentos:
  • The New Day (Kofi Kingston, Xavier Woods e Big E.) vs. Rusev e Aiden English
  • Smackdown Women's Champion Charlotte Flair vs. Tamina
  • The Bludgeon Brothers (Harper e Rowan) em ação novamente

Vídeos




terça-feira, 5 de dezembro de 2017

WWE Monday Night Raw 04.12.2017 | Vídeos + Resultados


Este episódio do Monday Night Raw (transmitido todas as segundas-feiras) tem como destaque um combate pelos Raw Tag Team Championships, no qual os atuais campeões The Bar (Cesaro e Sheamus) defendem contra dois membros dos The Shield (Dean Ambrose e Seth Rollins).

Para além disso, também estão confirmados os seguintes combates/segmentos:
  • Regresso de Paige no ringue, onde a líder do novo grupo Absolution irá enfrentar Sasha Banks
  • Roman Reigns defenderá o Intercontinental Championship
  • Segundo "Fatal 4-Way Match" nos Cruiserweights, onde Cedric Alexander enfrenta Mustafa Ali, Drew Gulak e Tony Nese

Vídeos




segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

PROGRESS Wrestling Chapter 58: Live Your Best Life | Videos + Resultados



A Progress Wrestling é uma das maiores companhias independentes da Europa e realizou, no passado dia 26 de Novembro o seu Chapter 57: Live Your Best Life, no qual como grande destaque tivemos a defesa do título máximo da companhia, o PROGRESS Championship, em que o campeão Travis Banks defende contra uma das maiores estrelas independentes da atualidade, o "King of Bros", Matt Riddle.

Overrated ou Underrated #54 - Drew Gulak


Sejam bem-vindos a mais uma edição do Overrated ou Underrated. Na última edição foi analisado o ex-campeão Intercontinental, The Miz. Na edição desta semana, fazemos uma viagem até ao 205 Live, e analisamos uma das superstars que tem dado mais nas vistas nos últimos tempos, pela personagem que está a desenvolver no programa.

Apresentando agora o espaço para quem nunca leu uma edição ou simplesmente não está recordado da essência de um Overrated ou Underrated.

Underrated – Alguém que é subvalorizado ou não têm o devido reconhecimento seja aos olhos da industria do wrestling ou até dos fãs.

Overrated – Precisamente o contrário do ponto anterior. Alguém que é sobrevalorizado e que a industria do wrestling ou fãs dão demasiado crédito por aquilo que faz.

No ponto – Nem toda a gente ocupa um lugar acima ou abaixo daquilo que realmente merece. Existem lutadores que ocupam o lugar que ocupam na industria porque é exactamente nesse sitio que merecem estar e têm também exactamente o reconhecimento que merecem da parte dos fãs.

Por fim, gostaríamos sempre de saber a vossa opinião, quer concordem ou discordem da nossa avaliação sobre o wrestler em questão. Tentem também coloca-lo numa destas três categorias e caso se sintam à vontade podem sempre dar sugestões sobre wrestlers que gostariam de ver neste espaço.



Nesta edição do Overrated ou Underrated, vamos analisar Drew Gulak! O homem que entrou na WWE pelo Cruiserweight Classic, e desde então tem estado no 205 Live, onde já foi um guerreiro agressivo, e agora é quase como o líder de um movimento criado por ele, onde nos apresenta os seus Powerpoints todas as semanas.

*********************

Btaker22 (Underrated) – As primeiras vezes que vi Drew Gulak no 205 Live tinha uma opinião bastante diferente daquela que tenho atualmente. Nele vi um wrestler que não me pareceu que se adequava ao estilo da WWE. Parecia-me um típico lutador de indys, com bastante habilidade no ringue, especialmente tecnicamente ou em submissions, mas com uma personagem muito fraca para encantar alguém na plateia, para além do estilo dele de luta não ser propriamente aquilo que as pessoas querem mais ver quando estão a ver os Cruiserweights. Daí surgiram rumores de que ele podia assumir um papel de treinador no Performance Center, o que eu vi com bons olhos, caso contrário não demoraria muito tempo até ser despedido. Mas parece que, afinal, me enganei redondamente, porque Drew Gulak começou um movimento de "No Fly Zone", onde se torna quase como um protestante, onde começou finalmente a ter reação e a ser entretido de se ver.

Destaco a rivalidade com o Mustafa Ali que ele teve como o ponto fulcral do começo de uma gimmick que eu penso que, neste momento, é um pouco desvalorizada no programa, tendo em conta que o Drew Gulak tem vindo, cada vez mais, a melhorar as suas técnicas de vilão, tendo-se tornado até, um pouco hilariante, desde que começou a apresentar o seu Powerpoint com as melhorias que o 205 Live devia ter para se tornar um melhor show. De facto, o Drew Gulak tornou-se um dos melhores heels do 205 Live, e um dos poucos que tem uma personagem bem vincada, visto haver tanta falta de personalidade nesse programa.

Eu considero que o Drew Gulak é, neste momento, Underrated, tendo em conta que uma boa personagem necessita de uma vitória de vez em quando, e embora ele seja um heel, e o objetivo final dele ser acabar por perder, eu penso que dificilmente irão conseguir tirar algo mais dali se ele perder semana após semana como um lacaio do Enzo Amore. O problema dele, é que o 205 Live, neste momento, gira todo à volta do Enzo Amore, e parece que todos os que fazem parte do "Zo Train" são apenas carne para canhão para todos os faces do programa, mesmo que eles não ataquem o título.

Contudo, acho que aquilo que ele faz funciona, por isso ele teria potencial para ser Cruiserweight Champion um dia, algo que neste momento não consigo dizer se é possível de acontecer ou não, pois dificilmente irá alguém bater Enzo Amore no que toca a carisma e personalidade, pelo que o Drew Gulak deverá ter que aguardar pela sua vez pacientemente.

*********************

Cell (Underrated) – Fez um ano na última semana que a WWE estreou o 205 Live, um programa só para competição Cruiserweight, que, aproveitando o grande sucesso do torneio de Cruiserweights, queria aproveitar a fama e atenção que muitos Cruiserweights tinham ganho no dito torneio. Pode-se dizer que este show teve momentos altos, mas também baixos. Verdade seja dita, a WWE falhou com o 205 Live em manter o interesse nesta divisão e a grande maioria das estrelas sofreram com isso, acabando por até se tornarem monótonas. A meu ver, apenas um Cruiserweight conseguiu tornar-se mais interessante, no 205 Live, do que era no torneio, e ele é Drew Gulak.

Ora, eu não conhecia Gulak antes de o ver no torneio e, por isso, este texto vai ser mais pequeno. No meio de tanta acção rápida e voadora, Gulak era dos poucos que mantinha um estilo mais no chão, técnico, lento e meticuloso. E isso era bom, porque o distinguia dos outros Cruiserweights. O problema é que, chegando ao 205 Live, um programa onde estas estrelas estão expostas semanalmente, notou-se que muitos destes Cruiserweights, incluindo Drew Gulak, não tinham um pingo de carisma. Isto acabou por ser, e ainda está a ser, um problema não só para alguns Cruiserweights, mas para o 205 Live no geral. A equipa criativa da WWE tenta arranjar sempre personagens interessantes para os Cruiserweights e, realmente, a que arranjaram ao Drew Gulak é das melhores atualmente no programa.

Obviamente, uma gimmick só resulta se o lutador tiver talento para a fazer resultar e Drew conseguiu na perfeição. Não há muita gente que conseguia meter um público morto a gritar "Powerpoint".

Por tudo aquilo que já vi de Drew no ringue e por aquilo que ele já fez com a personagem, estranha-me ele nunca ter estado numa posição próxima do título, porque é algo que ele já vem vindo a merecer. Na posição em que atualmente está, tenho de o considerar underrated.


*********************

Chegamos ao fim desta quinquagésima quarta edição, mas voltaremos como sempre para a semana com mais um lutador a ser analisado. Agora, queremos saber a vossa opinião. Será que o "Master of The Powerpoint Presentation" é:


OVERRATED?

Ou

UNDERRATED?

Ou

QUE ESTÁ NO PONTO?

domingo, 3 de dezembro de 2017

What an IMPACT! #1 - Um ciclo vicioso


Olá a todos, o meu nome é Pedro Soares e sejam bem vindos ao ‘What an IMPACT!’, um espaço onde se irá fazer análises e refletir um pouco sobre a situação da empresa que todos gostam de odiar, a maravilhosa e sempre lúdica Impact Wrestling. Este espaço será quinzenal, pelo que haverá sempre algo que mereça comentário.

Para esta edição de estreia achei por bem ver quais os principais problemas que a empresa teve e ainda tem.

Passaram já 4 semanas desde o maior Pay-Per-View do Impact e desde então temos visto muitas alterações, sem nada ter mudado na verdade. O que mais me preocupa é o facto de isso se ter tornado uma constante desde há muito tempo. Toda a gente sabe dos problemas que a empresa teve (e dos problemas que nunca teve, mas quem gosta de criticar não está preocupado com isso), o que fez com que a sua reputação, que já não era boa, ficasse ainda pior, provocando um ciclo que muito dificilmente será quebrado.

Este ciclo que falo é o facto de haver tentativas de mudança, mas nunca se notou muita diferença entre o antes e o depois. Para ajudar a negatividade temos os anti-Impact que por muito que se faça as coisas bem, só dizem mal. Mas atenção que isto de dizer mal não é só sobre o produto apresentado, mas também sobre decisões que acontecem nos bastidores, algo que, sinceramente, nenhum de nós deveria querer saber, porque o objetivo sempre foi e sempre será apreciar aquilo que nos é apresentado, quer gostemos ou não.

Quantas vezes ouvimos “Este ano é que vai ser! Vamos apresentar um produto diferente e vai ser tudo melhor. Temos lutadores novos e que estão prontos para dar tudo!”? Este discurso acontece todos os anos já desde 2014 e certamente não irá mudar tão cedo. Grande parte é culpa dos críticos que não reconhecem quando a empresa faz algo diferente, criando depois uma onda de ódio que afeta a produtividade.

O Impact Wrestling continua a cometer os mesmos erros que cometia quando prometia mudanças, sendo que os vou explicar a seguir.

X Division


- Há muito tempo que esta divisão perdeu o interesse que em tempos teve e uma das principais mudanças que a empresa sempre prometeu seria dar a relevância que a X Division merecia, porém falharam completamente de todas as vezes que tentaram. Lembro-me de em 2014 termos o regresso de Low Ki para a divisão e as promessas de relançar a mesma, no entanto ao fim de poucas semanas tudo voltou ao mesmo. Combates sem sentido, personagens sem desenvolvimento, ZERO storylines… Mas o pior de tudo sempre foi a falta de interesse no título e o facto da defesa do mesmo em PPV’s ser sempre um combate com vários lutadores, normalmente um Ultimate X.
- Continuamos com o mesmo problema este ano, muitas promessas não cumpridas, um abanão no início, mas a queda logo a seguir, falta de personagens e um título sem valor. Após o Bound For Glory nada mudou e nada vai mudar.

Personagens


- Falo agora daquele que muito provavelmente é o ponto mais importante que é a falta de personagens e/ou o desenvolvimento das mesmas. A última grande personagem original do Impact é o Ethan Carter III. Desde então não vimos mais ninguém que se tornasse tão relevante e com uma construção realmente genuína. Atualmente há lutadores que ganham fama fora do Impact e ao chegar já são apresentados com estatuto, algo que prejudica a empresa do ponto de vista da criação de novas estrelas. Este é um problema que afeta também outras empresas, que têm de contar com a fama que cada lutador ganha por si para não preencherem o seu plantel com desconhecidos. A solução passar por arranjar um equilíbrio, mas não me parece que aconteça tão cedo.

Títulos


- A falta de prestígio que os títulos do Impact têm neste momento é preocupante. Eu culpo as más escolhas de booking e o ponto anterior. Há muito que há a sensação que um título já não é tão requisitado, à exceção do Global Championship, o que traz um problema que muito tem a ver com a falta de personagens.

Candidatos automáticos


- Não quis juntar tudo no mesmo tópico por isso dividi em três (Personagens/Títulos/Candidatos automáticos), mesmo sabendo que a parte dos títulos seria pequena. Mas tem uma razão de ser. Este é o último ponto dos problemas do Impact Wrestling que cita quase qual o maior problema da empresa. É mau quando há um campeão que tem de defender o seu título contra um lutador que não se estreou assim há muito tempo, mas que por ter ganho a fama que ganhou a empresa aposta tudo nessa pessoa. Temos o caso de Rob Van Dam que se tornou campeão porque era mais conhecido que AJ Styles (ai 2010 como tenho saudades) ou até mais recentemente Alberto El Patrón ou Johnny Impact que pouco tempo depois de se estrear foi colocado na posição de candidato.
- Isto não acontece só com os lutadores vindos doutro lado, também acontece dentro da empresa, basta ver que Petey Williams lutou pelo Global Championship sem qualquer tipo de construção e depois de falhar a conquista do X Division Championship no Bound For Glory.

Apesar de haver novos lutadores que podem trazer algo diferente para a empresa, o ciclo é vicioso e tudo continua na mesma. Nestas semanas depois do PPV temos um campeão a defender o título só porque sim, temos personagens novas mas sem grande explicação, temos personagens que não desenvolvem, temos uma desvalorização de títulos e temos uma divisão que muito promete, mas não entrega, nada de nada.

No entanto nem tudo está perdido, há muito potencial em termos de storylines, temos um torneio feminino que até agora entregou um bom combate, um push a um lutador bem talentoso na X-Division e pelos vistos uma quadrilha em volta do título máximo da empresa. Agora só podemos esperar para ver o que acontece, mas é certo que o especial Genesis deverá ser de facto especial.

Pro Wrestling in Pictures (327) | Three wise monkeys

Bem-vindos a mais um Pro Wrestling in Pictures que tem por objectivo mostrar o melhor e o pior do wrestling basicamente em imagens mas sempre com um toque de humor presente... 

Se quiserem podem enviar as vossas fotos para wrestlingnoticias@gmail.com ou por mensagem para a pagina do WrestlingNoticias no facebook. As melhores serão publicadas!

FYI, image alt text is required

WWE Main Event 01.12.2017 | Vídeos + Resultados


Este episódio do WWE Main Event tem como destaque acção de equipas de Cruiserweights, com a dupla de luchadores constituída por Kalisto e Gran Metalik a enfrentar The Brian Kendrick e Jack Gallagher. Para além disso, também conta com um rematch entre Apollo Crews e Curt Hawkins e ainda alguns destaques deste passado Monday Night Raw.