quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Literatura Wrestling | Yes! My Improbable Journey to the Main Event of Wrestlemania - Capítulo 11 - Parte 4

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Está de volta a Literatura Wrestling, o espaço de traduções do blog que vos traz uma obra biográfica, na íntegra, reveladora das origens, vida e decorrer da carreira de alguns dos mais marcantes wrestlers que percorreram os ringues que acompanhámos com tanto gosto.

Todas as semanas vos traremos um excerto do livro "Yes!: My Improbable Journey to the Main Event of Wrestlemania", publicado em 2015 por Daniel Bryan e pelo co-autor Craig Tello, a contar o crescimento e peripécias do "Yes! Man" até à sua chegada à WWE e ao main event da Wrestlemania. Boa leitura!


(...)

Quando eu competia na Ring of Honor, a minha personagem era muito diferente de como eu viria a ser conhecido na WWE. Dentro da WWE, eu era constantemente interpretado como um underdog. Na ROH, eu não era um tipo pequeno em comparação aos outros; especialmente naqueles últimos anos em que eu era o gajo de topo, quem eu enfrentasse é que era o underdog. Uma das coisas mais populares que pessoas cantariam vezes e vezes sem conta, direccionado ao meu adversário, era "You're going to get your fuckin' head kicked in!" Originou na Inglaterra para o futebol e tornou-se popular para o wrestling na Ring of Honor. O meu estilo era wrestling mais técnico, mas brutal, a incorporar muitos movimentos de MMA no que eu fazia, como as repetidas cotoveladas ou pisadelas no crânio. Plateias da Ring of Honor viam-me como um mauzão com uma barba grande e cabeça rapada.

A Ring of Honor abriu 2006 com uma quente rivalidade interpromocional com uma companhia chamada Combat Zone Wrestling (CZW). Cada organização tinha a sua própria base de fãs apaixonada, o que contribuiu bastante para o sucesso desta rivalidade. A CZW era conhecida por fazer wrestling extremamente violento que incorporava imensas armas nos combates. Por esta altura, usar coisas como mesas ou cadeiras era comum no wrestling mainstream. CZW levou as coisas um passo mais longe. Em vez de apenas colocar alguém através de uma mesa, colocariam alguém através de uma mesa de arame farpado que estivesse a arder. Eles batiam nas pessoas, não só com cadeiras, mas também com coisas como lâmpadas florescentes que se despedaçavam com o impacto. Até cheguei a ver um gajo a ligar um corta-relva e a usá-lo no adversário. Os fãs adoraram.

A maioria dos nossos fãs, no entanto, pensava que era lixo de wrestling e que os wrestlers da CZW eram vastamente inferiores aos regulares da Ring of Honor. Pelo outro lado, muitos dos fãs da CZW achavam os wrestlers técnicos como eu aborrecidos, e não gostavam daquilo que entendiam como atitude elitista da Ring of Honor. Com ambas companhias baseadas em Philadelphia, era uma rivalidade perfeita.

Começou com alguns wrestlers da CZW a invadir um show da ROH e o Chris Hero, um dos performers de topo da empresa, a desafiar-me pelo título da ROH. Em retorno, invadimos um evento da CZW quando estávamos a organizar um espectáculo do outro lado da cidade na mesma noite - a primeira vez que eu estive na famosa ECW Arena no centro de Philadelphia. Uma data de brigas selvagens irromperam, incluindo uma em que o wrestler da ROH BJ Whitmer teve uma folha de papel agrafada à testa. Os fãs de cada companhia ferviam com a rivalidade, levando ao meu combate com o Hero pelo ROH Championship, em Philadelphia, a 14 de Janeiro.

Uma das coisas mais difíceis no wrestling é fazer os fãs importar-se. Tive muitos combates tecnicamente bons em que ninguém queria saber porque não havia nada em jogo, apenas mais um combate em que não importava quem vencia ou perdia. Não era o caso comigo e o Hero no Hell Freezes Over. Tínhamos uma plateia dividida - metade fãs da CZW, metade fãs da ROH - que estavam entusiasmados para caraças com este combate e mal podiam esperar para torcer pelos seus respectivos homens. Podias sentir absolutamente a electricidade durante as nossas entradas. Quando começámos a lutar, a tentar provar quem era o melhor wrestler, a plateia estava mesmo envolvida. Mas depois continuamos a lutar... Durante quase trinta minutos. Quanto mais lutávamos, mais o público se tornava desinteressado. Os fãs queriam uma luta, e o que acabou por ser um combate de wrestling longo e científico, devia ter sido uma briga repleta de ódio.

Precisas de saber quando lutar wrestling e quando brigar. Essa noite de Janeiro de 2006 foi uma altura em que escolhi a opção errada. Diria que esse combate foi o meu maior falhanço como Campeão da Ring of Honor.

Em 2006, a ROH fez uma excelente decisão de negócio ao organizar espectáculos na cidade anfitriã da Wrestlemania, nas duas noites anteriores ao mega-evento da WWE. A Wrestlemania traz fãs de wrestling dedicados e hardcore de todo o mundo, todos os anos, logo enquanto estavam todos na cidade, mesmo as pessoas que apenas tinham ouvido falar da Ring of Honor na Internet podiam vir ver um espectáculo. Levou a grandes negócios para a ROH e têm-no feito todos os anos desde então.

Nesse ano, a Wrestlemania 22 foi em Chicago, uma das cidades com mais fãs da ROH. O nosso primeiro show, na sexta-feira, teve mais de mil pessoas, e todos pareciam estar a adorar mesmo, exceptuando o quão longo o show foi. O Gabe queria que eu e o Roderick Strong fizéssemos o tease para um empate de uma hora mas em que eu o derrotasse mesmo antes do limite de sessenta minutos. Era uma excelente ideia, mas o problema é que o espectáculo começou às 20.00, e pela altura em que o Roderick e eu fomos para o ringue, já passava da meia-noite. O programa inteiro já decorria há quatro horas! A plateia estava cansada, e eu podia ver pessoas a sair a meio do combate. (Eu não podia evitar pensar, quem me dera que tivessem feito isso no combate do Aries.) Porém conseguimos atravessá-lo e a plateia deu-nos um cortês aplauso após termos lutador durante cinquenta-e-cinco minutos, acabando o espectáculo às 01.00.

A noite seguinte foi muito melhor, e tivemos um comparecimento recordista para um espectáculo da ROH, com mais de 1600 pessoas. Lutei com a antiga estrela da WWE, WCW e ECW, Lance Storm, que saía da reforma, pelo título da ROH num combate divertido. Ninguém na plateia saiu durante o decorrer, logo considerei isso um enorme sucesso.

Quando tinha regressado da Inglaterra um ano antes, eu tinha-me mudado de novo para viver com a minha mãe e inscrito na Gray Harbor Community College em Aberdeen para o trimestre de Outono. Agora, a meio do trimestre de Inverno, a Ring of Honor apresentara-me uma nova oportunidade. Tive a chance de passar de estudante a instrutor (outra vez) quando me ofereceram o papel de treinador na Escola da Ring of Honor que tinham aberto em Philadelphia. Quando inicialmente abriu, o primeiro treinador da escola de wrestling era o CM Punk, mas ele tinha assinado com a WWE. Austin Aries foi o treinador seguinte, mas depois assinou com a TNA. Eu seria o terceiro treinador desde o começo da escola, e apesar de saber que eu não era o melhor treinador enquanto estive na APW, eu assumi que seria melhor uns quatro anos mais tarde após acumular tanta experiência mais.

O meu apartamento seria pago, e eu também ganharia comissão a cada aluno que comparecesse. Além disso, a minha irmã tinha-se mudado para um sítio na Pennsylvania a cerca de noventa minutos de onde eu viveria. Então eu concluí o trimestre de Inverno na Grays Harbor, e em Abril de 2006, conduzi pelas quase três mil milhas de Aberdeen até Philly.

Muito para minha tristeza, eu não era melhor a treinar pessoas em 2006 do que era em 2002. Ninguém permanecia na aula por mais de três semanas. Eu constantemente pedia aos meus alunos para trazerem coisas nas quais queriam trabalhar e eles raramente o faziam. Não vou deitar as culpas todas para eles serem complacentes, no entanto; ainda era o problema de eu não ser capaz de os inspirar. No papel de treinar, inspirar pessoas a querer fazer melhor é normalmente mais importante que ensinar-lhes técnicas. E eu não era bom na inspiração.

No Verão de 2006, tive os meus primeiros encontros com um dos meus melhores adversários de todos os tempos, um wrestler Inglês chamado Nigel McGuinness. Fora do ringue, eu gostava de andar perto do Nigel porque ele era superinteligente e tinha um excelente sentido de humor auto-depreciativo. Ele e eu tornámo-nos excepcionalmente bons amigos, e a tremenda química que desenvolvemos passou para o ringue, onde eu tive alguns dos melhores combates da minha carreira contra ele. O mais memorável foi num espectáculo chamado Unified, que foi o primeiro evento da Ring of Honor na Inglaterra.

A nossa disputa no Unified era o combate de unificação para fundir os dois títulos de topo da empresa: o ROH World Championship e o Pure Championship - que, criado em 2004, era essencialmente o mesmo que o título Intercontinental da WWE. Na Ring of Honor, o título Pure e as suas defesas tinham regras únicas, como limites de "rope breaks" e sem socos na cara; além disso, o título podia mudar de mãos por contagens ou desqualificações. Nigel era o Pure Champion há quase um ano inteiro e até já me tinha derrotado, ao ROH World Champion, por contagem em Cleveland, Ohio, utilizando as distintas regras em sua vantagem. O Nigel era tradicionalmente um dos maus, mas nessa noite em Liverpool, ele era incrivelmente popular com os seus compatriotas Ingleses. A plateia estava do lado dele, com paixão, a torcer por ele durante o combate inteiro e a vaiar-me a cada chance que tinham.

A certo ponto durante o combate, agarrei o Nigel pelos dois braços e puxei-o contra o poste do ringue, de cabeça, fazendo-o sangrar. Foi ideia do Nigel, mas ele não tinha a certeza se podia fazer o poste abrir-lhe a cabeça. Eu sugeri "blading", mas ele quis fazê-lo da forma dura. Decidimos que eu o puxaria três vezes, e se ele não sangrasse, pararíamos. Após três tentativas, ele não estava a sangrar, mas gritou-me, "Mais uma vez!" Desta vez, ele bateu com a cabeça com bastante força contra o poste, e o sangue começou a jorrar como louco. Continuámos - o sangue a acrescentar cada vez mais drama - até que finalmente lhe fiz o mesmo que fiz ao Roderick. Coloquei-o num crucifixo e dei-lhe cotoveladas até estar inconsciente.

O combate foi excelente e vendeu montes de DVDs, mas olhando para trás, os fins não justificaram os meios. Devido ao golpe no poste do ringue, o Nigel tinha um enorme hematoma na testa, um grande nó de sangue que lentamente escoou para o olho. Ele acabou com sérios problemas de concussões por causa de coisas dessas, apesar que aquele spot do poste do ringue deve ter sido o exemplo mais visual. Já todos fizemos muita coisa estúpida no wrestling. Umas acabam por valer a pena, outras não. Apesar de ter sido um óptimo combate, não valeu o que o Nigel acabaria por pagar.

Em Agosto de 2006, tive três combates de uma hora dentro de um período de duas semanas, dois deles em noites seguidas. O que costumava ser era o NWA World Heavyweight Champion a fazer uma digressão por todo o mundo e trabalhava com a estrela de topo de cada território. Por vezes ganhava limpo, mas por várias vezes, porque o Campeão avançaria para outra e a estrela local continuaria a lutar na área, eles lutariam até um empate após os sessenta minutos. O Lou Thesz fê-lo. O Harley Race fê-lo. O Ric Flair fê-lo. Eu vi-o como a minha chance de o fazer.

Infelizmente, fãs de wrestling não têm a paciência que costumavam ter e, tão infelizmente, eu não sou tão bom como os meus antecessores a durar sessenta minutos. Nenhum dos combates de uma hora foi mau, simplesmente não foram épicos da forma que se quer que sejam. O primeiro foi contra o Samoa Joe em New Jersey, e não me consigo lembrar de alguma coisa sequer em relação a ele. O segundo combate de uma hora foi contra o Nigel em St. Paul, Minnesota; foi provavelmente o pior de todos os combates que o Nigel e eu tivemos um contra o outro, e ele ficou com outra concussão, para rematar. Tudo em relação a ele era lamentável. Na noite seguinte, lutei com o Colt Cabana na sua terra-natal de Chicago - o terceiro e mais memorável dos combates de sessenta minutos, mas não necessariamente porque foi bom.

A cerca de cinco minutos de duração do combate, eu estava a empurrar o Cabana para as cordas do ringue e, assim que ele vinha delas, apanhava-o com uma cabeçada no estômago. Fizemo-lo algumas vezes, até ele se desviar na última tentativa de cabeçada, arremessando-me ao chão. Eu tinha anteriormente caído exactamente da mesma forma por bem mais que cem vezes, e nem uma vez me lembro sequer de magoar um dedo do pé. Desta vez, no entanto, falhei ao colocar-me no apron com a mão ao cair, e esbarrei, de ombro.

Eu sabia que algo estava errado, portanto tomei o meu tempinho a voltar ao ringue, esperando que o pudesse "sacudir." Não ajudou. Tinha sorte em estar ali com o Cabana, porque ele consegue ser divertido enquanto não te anda a atirar por todo o lado. Ainda assim, tudo o que fazia doía. A certo ponto, ia fazer-lhe uma Diving Headbutt da corda superior, a tentar aguentar enquanto o fazia, mesmo que soubesse que apenas ia fazer pior. Eu podia ter descido, mas sabia que ficaria a parecer estúpido, logo em vez disso, saltei do canto e pisei o Cabana mesmo no peito, com bem mais força que o que eu pretendia. Ele soltou um som gutural ao impacto e teve dificuldade em respirar ao longo do minuto seguinte, mas fomos capazes de terminar o combate.

Após ter voado de volta a Philadelphia na manhã seguinte, fui ao hospital. O médico disse-me que eu tinha parcialmente rasgado dois tendões e, mais angustiante, separei o meu ombro direito - o mesmo que separara em 2000 e o mesmo lado com que voltaria a ter problemas mais à frente na minha carreira.

Tinha bookings ao longo das seguintes duas semanas que, pela primeira vez na minha carreira, tive que cancelar devido a lesão. Em três semanas, eu estava agendado para lutar com a estrela Japonesa KENTA (agora Hideo Itami na WWE) pelo ROH Championship em Nova Iorque. Toda a gente sabia que eu estava magoado, porque a Ring of Honor tinha feito cobertura da minha lesão no seu site. Dada a minha condição reportada e como o KENTA estava posicionado por essa altura, maior parte das pessoas esperava que ele me derrotasse.

Bryan enfrenta a estrela Japonesa KENTA pelo título Mundial da ROH em NYC, 2006
(Foto por George Tahinos)

No wrestling Americano, se alguém tem uma lesão legítima, tentas ao máximo afastar-te dela para evitar maior lesão. Por exemplo, com o meu ombro magoado, alguém podia atacar a minha perna. No Japão, se os fãs sabem que tens uma lesão real, os wrestlers quase se sentem obrigados a tratá-la como uma luta legítima e atacam uma parte do corpo lesionada para evitar insultar a inteligência dos fãs. KENTA e eu fomos pela rota Japonesa: em vez de o proteger, Kenta pontapeou-me o braço direito para caraças durante o combate inteiro. A minha namorada da altura estava na plateia, e ela estava literalmente a chorar a meio do combate, com um dos outros wrestlers a tentar acalmá-la ao dizer-lhe que eu estava bem. Mas eu estava mais do que bem; eu sentia-me vivo. Com a emoção da plateia, a intensidade física do combate, e a história que foi contada ao longo dele é, sem dúvida, um dos combates favoritos da minha carreira. Quando eu coloquei o KENTA no Cattle Mutilation e ele desistiu, a plateia explodiu. Foi uma daquelas alturas em que a dor valeu a pena.

Após o combate com o KENTA, fiz a minha primeira digressão no Japão para a Pro Wrestling NOAH, basicamente, para que o KENTA pudesse recuperar a sua vitória à frente da audiência Japonesa. Fiz o meu melhor, mas com o meu ombro a ficar progressivamente pior, foquei-me em tentar chegar ao maior espectáculo do ano da Ring of Honor, o Final Battle. Nesse evento, a 23 de Dezembro de 2006, um wreslter loucamente popular chamado Homicide derrotou-me pelo Ring of Honor World Championship em frente a uma plateia esgotada no Manhattan Center, o nosso segundo espectáculo no edifício. O meu ombro estava um desastre, mas o Homicide e eu tentamos dar tudo por tudo para fazer desta conquista do título o mais memorável para os fãs possível. No final, Homicide aplica-me o Cop Killa, uma das manobras de aspecto mais fixe no wrestling, de seguida fez-me o pin, enquanto o público se passava. O meu reinado de 462 dias estava acabado.

Em retrospectiva, eu estava orgulhoso do trabalho que tinha feito como Campeão na Ring of Honor, e fez-me crescer como performer. Foi a primeira vez que alguém me tinha escolhido para ser o "The Man" - a única vez, realmente - e não posso agradecer ao Gabe, à ROH e aos fãs da ROH o suficiente por me darem a oportunidade de ser o tipo a carregar a companhia.

Após perder o ROH World Championship em Dezembro, mudei-me de volta de Philadelphia para Aberdeen. A Ring of Honor e eu concordámos que precisavam de um novo treinador para a sua escola de wrestling e eu precisava de reabilitar o meu ombro. Enquanto me focava exclusivamente em ficar saudável, não tornei a lutar por mais de três meses - o maior período de tempo que eu tinha tirado afastado do wrestling.

Quando eu estava suficientemente saudável para voltar ao ringue, eu fui atirado directamente para o fogo. Apesar de não estar o meu melhor durante a minha primeira digressão no Japão com a Pro Wrestling NOAH, a companhia trouxe-me de volta para uma tour de quatro semanas em Abril de 2007. Com o meu ombro saudável e o meu corpo a sentir-se rejuvenescido, tive um desempenho muito melhor após sacudir o ferrugem do ringue do início.

(...)

No próximo capítulo: Já não tem o título mas o seu estrelato independente já está estabelecido. E ele já passou as negras! O longo capítulo 11 continuará e não percam mais encontros de Bryan na ROH ainda, nesta última tour que mencionou e outro ponto: a sua reacção àquele que será o momento mais chocante em toda a história do wrestling! Não percam!

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