quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Folha de Avaliação 2017 | Lucha Underground

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Sejam todos bem-vindos e está quase! Quase altura de cessar esta brincadeira de viver no passado. Que ainda é um passado próximo, é o ano de 2017. Mas esta é a última edição da "Folha de Avaliação" e passamos dos ringues normais para um templo esquisito onde coisas mais esquisitas acontecem. Refiro-me, claro, ao Lucha Underground, que teve em 2017 a segunda metade da sua mais longa temporada, a terceira. Com um futuro em dúvidas, confirma-se já a existência de uma quarta, ainda com pouca informação a adiantar. Aguardaremos. Até lá, recordemos esta boa gente.

Aero Star - 2017 foi um ano de chatice para Aero Star. Parecia tudo muito bem, já que era Campeão de Trios, juntamente com Drago e Fénix mas tinha que vir gente reptílica estragar tudo. Tomaram conta de Drago e aparentemente possuíram-no, forçando o escamoso luchador para o seu lado e virando-se a Aero Star e Fénix. Perder os títulos e um parceiro, de quem tinha conquistado o respeito com muito suor e árduas batalhas tem que pesar. Ele não andou a viajar no tempo para isto. Até porque não se envolveu em mais nenhuma história depois disso, não comparecendo no Ultima Lucha. Desanimou!

Angélico - Nunca ninguém se esquecerá das loucuras de Angélico, este jovem ridiculamente atlético e corajoso. Logo, é gajo de nos ficar bem entranhado nas nossas memórias. Felizmente teve isso, porque por azar foi afastado por uma lesão e a sua acção em ringue na terceira temporada aconteceu no ano de 2016. Mas já pôde matar saudades e sacar de uma enorme reacção ao regressar no Ultima Lucha para uma limpeza aos rivais Worldwide Underground e contribuindo para que Johnny Mundo não fizesse (mais) asneiras no main event. Para a quarta temporada, podemos contar com a sua presença e com algum sítio novo por lá de onde se atirar!

Argenis - Bem mais relevante na AAA do que no templo, por aqui Argenis é mais utilizado como jobber ou para encher combates. Foi o que fez nesta temporada, servindo de aprimoramento para outros ou preenchendo vagas em situações numerosas como o torneio "Cueto Cup" ou a Battle Royal pela "Ultimate Opportunity" no Ultima Lucha, sem vencer alguma coisa em qualquer lado. Se gostam dele e querem ver mais dele, será por outro lado, por aqui vai trabalhando em prol de outros, nem sei o que contar dele numa próxima temporada além do mesmo, caso se mantenha a presença.

Black Lotus - Era uma personagem bastante interessante mas que se apagou um pouco, pelo menos da acção em ringue. Lá vingou quem tinha a vingar, mandou partir o braço ao Pentagón Dark e até foi guarda-costas de Dario Cueto. Mas isso ao longo do passado, por várias situações em temporadas anteriores e nesta última, até 2016. Será que ainda veremos mais alguma história sinistra envolvendo esta misteriosa? Sabemos já que não pode contar com todas as suas três auxiliares!

Cage - Foi o ano da cena esquisita do Cage. É, a tal luva. Depois de maior parte do seu 2016 a lutar com Texano por algo que ele ainda não sabia o que era, foi premiado com uma luva mágica, com super-poderes e com raios à volta. É, até agora, o factor do Lucha Underground que mais me custou a levar a sério até agora, num programa onde já vi viagens no tempo e indivíduos a ser reduzidos a pó. Mas não aponto dedos, é o que é, sabemos o programa que estamos a ver e temos é que seguir a corrente. E de preferência sair do caminho do Cage e daquela luva, que nós bem vimos o que ele fez àquele homem. Usufruiu bastante dela para intimidar, ganhar combates e cometer um homicídio ou outro. Também o prejudicou quando lhe causou desqualificações em torneios importantes, fez dele um alvo e quando andou a cometer um homicídio ou outro. Lá acabou por lutar para manter/recuperar a luva e, mesmo considerando que a história do objecto não tenha sido a melhor, valeu pelo combate de culminação com Mil Muertes e Jeremiah Crane. Juntaram uma data de tolos num ringue para um combate muito violento e que viu a luva sair na posse de... Nenhum deles. Consultem mais à frente, quem não se lembra. Mas Cage também não venceu o combate. Já era uma estrela no templo. O seu estatuto para a quarta temporada ainda me é desconhecido mas não sei se deva contar com ele. Nem que seja porque ele esmagou a cabeça daquele homenzinho. Ou porque vai andando por outros sítios. Caso não o vejamos por aqui, Cage iniciou o seu 2018 com um contrato com o Impact Wrestling, ao qual já está prestes a chegar, e ao tornar-se pai de uma linda bebé de Melissa Santos. Portanto a vida vai-lhe correndo lindamente para já.


Catrina - Catrina, alguém que tão facilmente nos seduz quanto nos assusta. Uma das melhores personagens da série, já sabemos que ela luta - nada de especial nesse campo, por acaso - mas esteve sempre reduzida ao exterior a controlar Mil Muertes e a lamber algum estendido de vez em quando. Há que tirar algum proveito de levar uma sova do Muertes. Mas foi no Ultima Lucha Tres que teve o seu primeiro e ainda único combate no templo, após desafio de Ivelisse. Até lhe deu bastante porradinha e fê-la perder sangue. Não, este não era combate para assistirem à espera de lambidelas sugestivas. Como de esperar, Catrina não venceu. Será sempre uma das figuras principais do elenco, sem ser através de acção no ringue. Já se viu metida em mais uma estranha história e até ficamos todos abananados ao conhecer a mãe dela. Não propriamente o que se espera de uma mãe de uma mulher de 30 anos, não senhor...

Cortez Castro - Ficamos a saber umas coisas acerca deste antigo carrasco, já no ano passado. Era um polícia à paizana a ver se descobria uns podres sobre Cueto e o templo. Com o melhor sidekick que alguém poderia pedir, Joey Ryan. O bufo que o tramou e acabou por expulsá-lo do templo. Teve que voltar como Veneno, lutador mascarado, para poder prosseguir as investigações e lá o fazia por amor ao ofício, já que em ringue, era só levar porradinha velha dos grandalhões. Finalmente, após desconfiança, perde um "Mask vs Mask" contra Sexy Star e é revelado como Castro. De volta ao templo, vinga-se de Joey, vence um medalhão azteca, sem conseguir vencer o Gift of the Gods Championship antes do Ultima Lucha. Por lá participou na Battle Royal da "Ultimate Opportunity" sem sucesso. Não sei o paradeiro da sua investigação e como está o seu posto na polícia. O certo é que a chefe dele esconde bem mais segredos do que ele!


Dante Fox - Só teve mesmo uma rivalidade concreta, mas Dante Fox tem que ser uma das revelações do ano, para quem ainda não conhecia qualquer trabalho seu nas independentes. E nem sequer foi imediata. Sim, vimos um grande lutador, com tudo para crescer. Mas quando se daria o grande momento em que ficaríamos de olhos - possivelmente arregalados - postos sobre ele? Eles já deviam saber alguma coisa. Assim que se apresentou como um amigo/inimigo antigo de Killshot, marcou-o como seu fixo rival mas foi-se envolvendo noutros negócios, inclusive chegando relativamente longe no torneio pela "Cueto Cup". Mas os assuntos com Killshot voltariam e para ser resolvidos no Ultima Lucha, num 3 Stages of Hell, que por aqui chamaram de Hell of War. E caramba, que eu quero evitar dizer asneiras aqui. Que combataço que tiveram os dois. Não sou apologista de que um combate precise de violência extrema para captar a atenção e contar uma história, mas quando uma coisa é bem feita, venha ele. E o embate entre os dois inimigos mortais foi o combate mais violento a que assisti em algum tempo e também um dos melhores combates hardcore a que assisti em muito tempo. Melhor disso tudo? Ainda no Ultima Lucha aliou-se a Killshot para conquistar os títulos de Trios com The Mack. Como se não houvesse loucura suficiente! Dante Fox pode ser uma estrela em qualquer lado. E não, não precisa só de se atirar de alturas por vidros dentro para garantir isso.

Drago - Sim, tudo bem que a Kobra Moon parece uma rapariga bastante chamativa e vistosa. Mas caramba, o Drago parece ser pior que eu quando cai por alguém que aqui o escamoso luchador virou completamente. Aquele caso caricato de alguém que perde ouro para si mesmo, Drago traiu Aero Star e Fénix, seus parceiros com quem era Trios Champion, para se juntar à Snake Tribe de Kobra Moon, com Vibora e Pindar. Saltou de lado e venceu os títulos, mantendo-se Campeão noutra equipa, qual Cody Rhodes. Com eles a auxiliá-lo nas suas agora maldosas intenções, foi obtendo mais sucesso como um avanço no torneio pela Cueto Cup e uma medalha azteca que o levou ao campeonato pelo Gift of the Gods Championship, que não conseguiria conquistar. Sucesso moderado a solo, tendo mais sorte com o trio até ao final da temporada. Aí é que elas se dariam, quando seriam surpreendidos por The Mack e um Killshot e um Dante Fox partidos aos cacos. E os tansos perdem os títulos! Acontece! A ver se afinas na próxima temporada ou a Kobra Moon deixa-te a trela mais curta. A não ser que gostes... Não julgo.

Drago, como integrante da AAA, também visitou o Impact Wrestling por momentos, não listado na Folha de Avaliação da semana anterior, por considerá-lo um integrante "emprestado". Por lá competiu na divisão de equipas, tentando a sorte pelos Tag Team Championships no Slammiversary, e na X Division, onde competiria na Super X Cup. 

El Dragon Azteca Jr. - Dragon Azteca Jr., um dos luchadores com a história mais misteriosa no templo. Vinha para vingar a máscara de família e lançou-se no templo como protégé de Rey Mysterio. Isso meteu-o em alhadas complicadas. É que ele já queria vingar o seu mentor e isso colocou-o no caminho de Matanza Cueto. E foi assim que fechou a primeira parte da temporada, no início do ano, com Dragon Azteca a ser aparentemente assassinado ali por Matanza. Fomos para férias desta maluqueira deste local e Dragon ainda demorou a regressar. Regressou, não passou da primeira ronda do torneio pela "Cueto Cup" e, por acaso, não andava a atinar muito com vitórias. Já não vingava família, não vingava Rey Mysterio, vingava-se a si mesmo. Teve Matanza Cueto no Ultima Lucha no sonho de qualquer um: ficar preso numa jaula com uma besta daquelas. Não saiu vencedor e El Dragon Azteca Jr. sujeita-se a manter a marca de principal underdog do Lucha Underground.

Dr. Wagner Jr. - Se assistirem à AAA, sabem bem que ele é e sabem que lá ele é uma figura gigante e foi um dos principais nomes deste ano, acabando desmascarado por Psycho Clown no Verão, na Triplemanía. No Lucha Underground é mais galhofeiro, é um cliente de Famous B e não é usado para histórias principais. Até rivalizou com Mascarita Sagrada! Mero associado de Famous B, foi quem o ajudou a derrotar Texano para o forçar a ser cliente de Famous B. Pronto, não é dos competidores mais sérios. A partir daí não dá para esperar algum traço mais negro de Rey Wagner no templo, caso permaneça por cá na próxima temporada.

Famous B - Este tipo é divertidíssimo. Escalou de jobber nos primeiros tempos para um manager barulhento que promete fama aos seus clientes e serve-se da Beautiful Brenda - sabemos que é cena séria quando Beautiful é o nome dela - reduzindo a sua acção em ringue, ao ponto de se expor como um incapaz. Nada que lhe desfavoreça, vai conseguindo atenção assim e até tornar-se notável e tendo piada. Após uma feud bastante caricata com Mascarita Sagrada, da qual saiu a ganhar em nada, voltou as suas atenções para Texano, encontrando interesse para um potencial cliente, mesmo que este não não correspondesse com o mesmo - apelo na menina Brenda, isso sim viu. Acabou por ter que sujar as mãos para o obter, teve que lutar com ele para ganhá-lo como cliente, mas lá pôde contar com a ajuda de Dr. Wagner Jr. Pronto, já algo lhe correu bem, se calhar até vem uma quarta temporada com subida no negócio!

Fénix - Boa temporada para Fénix e nesta segunda metade já desfrutava de algo mais que os outros todos, era ainda Trios Champion e já com o feito que ninguém lhe retirará de ser o primeiro Triple Crown Champion do templo. Como os seus parceiros eram Drago e Aero Star, já sabemos o bem que essa história acabou. Depois disso é que Fénix foi o gajo que mais se divertiu naquelas gravações do Lucha Underground. Atribuíram-lhe uma relação com a Melissa Santos e, à custa disso, lá foi a única maneira de desfrutar de algum reboliço com a beldade, sem que o Cage lhe desse cabo do canastro. Que tenha desfrutado bem, já que essa história também lhe custou. Fê-lo rivalizar com Marty "The Moth" Martinez, que já sabemos que é tolo varrido. Logo teve os seus momentos e contornos violentos. Levou Melissa Santos ao ringue e, já depois disso, foi culminar no Ultima Lucha, onde se deu a primeira Lucha de Apuestas no templo, com a sua máscara em jogo contra o cabelo de Moth. Contou com a ajuda de Melissa e pôde desfrutar da carecada do rival. Acabou a temporada em grande e com a Melissa para si. Isso até se desligarem as câmaras e ter que fugir porque... Cage. Que se contente em ser um dos maiores e mais notáveis luchadores do Lucha Underground.


Ivelisse - Será sempre uma das favoritas de todos fãs e uma cara bonita que dá gosto ver a andar à bulha e a distribuir açoites a todos. É sempre um nome de topo no templo. Tem esse estatuto de uma forma que até é curioso lembrar que ela não tinha estado muito activa ao longo deste ano. Abriu a temporada a desafiar Catrina para o Ultima Lucha, a prometer-nos coisa boa. Portanto isso já nos era garantido. Lutou esta temporada, em 2016, e continuou a ter muito azar com lesões. E, de facto, não a vimos a combater até ao Ultima Lucha quando derramou sangue pela temporada toda na batalha com Catrina. Este combate não era para a vossa "happy hour", deixem-se lá dessas malandrices, aquilo foi porrada. E ganhou. Os nossos corações todos já os tinha ganho. Já mencionou o programa no seu Twitter e nós cá a esperamos. A ver se já volta a ser mais regular!

Jack Evans - Grande high flyer e uma parte dos Worldwide Underground. Fica a nota que, com todo o apreço que tenho pelo grupo e os seus integrantes, não podia ser menos fã da cena do "air guitar" com som anexado. Pronto, é só isso ao menos, fossem todos os problemas algo desse género. Fora então esses momentos de "rockstar", o grupo costumava ser divertido e, apesar de Johnny Mundo ser sério sempre que era preciso, começavam a pender cada vez mais para o "comic relief". Jack Evans era um dos principais nesse campo e foi sempre uma peça fulcral nas manhas do grupo em ajudar Mundo nos seus sucessos. Também fez parte dos teases de desentendimento que não se chegavam a concretizar. O curioso: acção sua em ringue é que não foi propriamente do mais visto em 2017, tendo os seus combates da temporada decorridos em 2016 por acaso. Foi um ano de ver mais do lado de fora. Mesmo que se metesse sempre muito por dentro, a estorvar o máximo possível.

Jeremiah Crane - O tal ex ou simplesmente alguém significativo na vida de Ivelisse já tinha arranjado outros assuntos com que se preocupar para o resto da temporada. Onde podia ser tolo à vontade, já que sabemos como ele é e é um dos nossos tolos em ringue favoritos. Foi travado na Cueto Cup por Mil Muertes, após bons avanços. E calhava ter uns assuntos com ele e/ou com Catrina. Também devia querer uma lambidela, já agora... O certo é que acabaram por se encontrar através de interesses em comum. O raio da luva de que já falei! O combate entre ele, Cage e Mil Muertes? Um festim de violência mas dos bons. E com quem, não fosse este o território mais familiar de Crane que até trouxe uns conceitos ainda novos a este ringue mas já velhos a outros por onde já passou. Veio elevar a fasquia da violência e derramar mais sangue, como se sua carreira tivesse tido pouco disso. Nem saiu vencedor. Mas deu espectáculo. Talvez não conste na próxima temporada, mas já uma posição centrar conquistou ele e pode ser visto semanalmente, a causar estragos, o que ele melhor sabe fazer, no Impact Wrestling, como o velho Sami Callihan, integrante e líder dos oVe.

Joey Ryan - O certo é que este gajo é o maior onde quer que esteja. Mesmo que tenha um outro traço mais incomum na sua personagem, como é o caso de um polícia infiltrado, algo que parece muito improvável para um gajo como ele, não deixa de ser o Joey Ryan e assim que se encontra em ringue, temo-lo sem se assemelhar a mais ninguém. Sem usufruir das suas manobras mais complexas aplicadas com um certo membro que outros lutadores ainda não aprenderam ou treinaram o suficiente para o saber usar, ainda tinha os seus momentos "sleazy" - com um chupa, por exemplo - e roubava o show. Mesmo que o seu forte não fosse sempre propriamente ganhar combates. E bem que levou na boca, cortesia de Cortez Castro por o ter chibado. Mas não deixa de ser o maior e continuará a sê-lo numa quarta temporada, caso marque presença, mesmo que seja um polícia porco e corrupto associado ao Dario Cueto... Que ele já é.


Johnny Mundo - Vá, esta semana já posso falar dele atribuindo-lhe um nome melhorzinho. E está aqui um dos vários palcos onde foi dominante e onde teve ouro. Durante quase todo o ano que houve de Lucha Underground. Cheio de cintos até às orelhas na AAA, era esse o seu acesso ao Lucha Underground, onde vencera finalmente o Lucha Underground Championship no final do ano anterior. Daí em diante não defenderia o título em feuds menores, chatas ou de fraca execução. Era só de louqueira para cima. Quem não se lembra da sua rivalidade com The Mack, que nos fez esperar uns meses para o vermos a lutar um episódio inteiro para acabarem empatados? Ou quando puxou as cordas certas para provocar Rey Mysterio e derrotá-lo a ele também, quando já o conhecia bastante bem? Ou claro, quando rivalizou com Prince Puma, a culminar na grande noite, no main event do Ultima Lucha, quando tentou acabar com a carreira do inaugural Campeão ali no templo? Começou 2017 como Lucha Underground Champion e só perdeu o título no episódio final. E não andou lá a passear, teve momentos e acção que justifiquem a sua posição como estrela do ano ali no templo. Nem sei o que esperar dele na próxima temporada, se estará lá. Ele pode... Fazer o que lhe apetece, que tem acesso a muitos territórios lucrativos. Para ele e para nós.

Killshot - Um ano de tormenta para Killshot. E doloroso. Mas tremendo, mesmo sem enumerar muita coisa diferente. Vão lá ler a entrada do Dante Fox e já percebem o destaque que este aqui recebe. É que o outro não se andou aí a atirar para vidro sozinho, precisou de companhia e foi com Killshot que partilhou sangue. Com a maioria do seu background em ringue na CZW, já tem o seu hábito de se rodear de violência e carnificina. Tudo saiu da história pessoal em que foi surpreendido por Dante Fox, o tal antigo companheiro de guerra que Killshot deixara a morrer. Saiu-lhe caro. Saiu daquele combatão em que Killshot era o Face, vítima de um mal entendido. Venceu o combate mas não saiu com a quantidade de sangue com que vencedores sempre saem. É que no mesmo Ultima Lucha o sacana ainda foi ganhar os Trios Championships!

King Cuerno - Pois. Em 2017 não o vimos. Nada de errado com o performer, El Hijo del Fantasma por aí andava a fazer das dele, até mesmo no Impact Wrestling. King Cuerno? Esse tinha sido assassinado no Ultima Lucha Dos. Não fo visto em 2017 ou muito tempo antes. Mil Muertes fez-lhe a folha. Não sabemos se foi um homicídio à Braun Strowman ou um homicídio à Lucha Underground em que Cuerno realmente teve que voltar dos mortos. Mas voltou no Ultima Lucha Tres apenas, atacando Mil Muertes, o tal que o matou, e roubou-lhe a tal luva do mal. Roubar uma luva não seria grande coisa noutro cenário qualquer, aqui aquela mata pessoas. Grandes planos para King Cuerno em 2018?


The Mack - Um excelente ano e uma excelente temporada para The Mack. Merecidíssima, não tivesse ele conquistado o seu lugar como um dos favoritos e mais impressionantes naquele ringue. Mesmo antes da sua feud mais notável já tinha tentado a sua sorte pelo Lucha Underground Championship. Mas depois é que começaria a facturar. Vencedor do torneio Battle of the Bulls, apurou-se para rivalizar com Johnny Mundo pelo Lucha Underground Championship em combates fantásticos que até chegavam a durar um episódio inteiro. Mack nunca venceu mas saiu tudo menos mal visto dessas performances. Um período sem ganhos, ficando pelo caminho na Cueto Cup e na tentativa de vencer um medalhão. Voltaria às vitórias no Ultima Lucha, onde venceria a Ultimate Opportunity Battle Royal para uma oportunidade pelos Trios Championships. Mas raio da sorte, dão-lhe como parceiros os gajos mais rotos ali dentro: Killshot e Dante Fox. Que importa? Venceram! Mack acaba a temporada como Campeão. No templo ou fora dele, muita coisa grande virá para ele no futuro.

Mariposa - Verifiquem o historial dela de 2017. Fora a vez em que fez parceria com o irmão para enfrentar Fénix e a não-lutadora Melissa Santos, não ganhou um combate este ano. Ainda muito presa a sidekick do irmão Marty "The Moth" Martinez, mesmo após algum ataque dele, continua a seu lado, a ajudá-lo nos seus devaneios psicóticos. E já a vimos a ser bem bruta no passado. Acredito que isso volte na quarta temporada e que Cheerleader Melissa, aqui mascarada, finalmente se farte e se vire ao irmão para alguma rivalidade familiar azeda. Cena para Ultima Lucha até. E a ganhar uns combates para variar também.

Marty "The Moth" Martinez - Um dos mais tolos dali. O que nem é dizer pouco. Quando chegámos à terceira temporada, já sabíamos que faltavam ali uns quantos parafusos e que o gajo era um psicopata capaz de mandar os melhores psicólogos para a reforma cedo. Logo já seria de esperar alguma história... Creepy. Foi o que aconteceu e a sua vítima era a vulnerável Melissa Santos, para mexer com todas as nossas emoções, já que todos a admiramos tanto. Um stalker obssessivo. A coisa piorou e teve que intervir Fénix para a proteger e para causar a rivalidade. Marty pôde contar com a ajuda da irmã Mariposa - mesmo depois de uns açoites - e essa feud chegou mesmo a levar Melissa ao ringue. Sem sucesso mas o verdadeiro culminar seria no Ultima Lucha, onde colocaria o cabelo em jogo contra a máscara de Fénix, numa Lucha de Apuestas. Até Melissa largou o microfone, descalçou-se, perdeu o medo e foi ajudar. Também ajudou no processo de rapar a cabeça ao psicopata. Que, depois desta, já só espero que volte ainda pior/melhor...

Mascarita Sagrada - O lendário mini-luchador esteve nas suas quintas, esta temporada. Com os doidos dos Rabbit Tribe a adorá-lo, um gajo só se pode sentir bem. Pena é que eles eram uns chatos e aqui o pequeno já se estava a fartar. Também era grande amigo e compincha de Son of Havoc, o que lhe custou em ringue, caíndo vítima de Son of Madness. Pouco mais além o seu estatuto de underdog, fácil de gostar e apoiar, a resultar em derrotas na Cueto Cup e na battle royal pela Ultimate Opportunity. Poderá ficar no templo para sempre que não o usarão para mais que isto. E resulta assim. Vejo-o como um pobre desgraçado a cair vítima de Marty "The Moth" Martinez, talvez ganhando simpatia de Mariposa para rivalidade entre irmão. Descabido? Não me julguem, ainda não tinha especulado nada em concreto neste espaço!

Matanza Cueto - O choque da perda de título ficou no ano anterior. Mas foi ele que protagonizou o grande momento que fechou a primeira metade da temporada, já em Janeiro de 2017. Quando, num Death Match, basicamente matou o El Dragon Azteca Jr. Ou tentou. Obrigou a evacuar o fechar o templo. Quem diria que o gajo que costumava estar preso numa jaula, onde matava e devorava humanos, faria uma daquelas. É, Matanza continuou medonho, mesmo quando já não era Lucha Underground Champion e com menos acção em ringue. Lá esteve o desgraçado a ser mantido preso pelo irmão outra vez. Pôde vingar-se de Rey Mysterio e, pelo menos, tentar acabar o serviço com Dragon Azteca no Ultima Lucha, dentro de uma jaula. Boa, um ambiente tão bom como esse. Ainda não há certeza concreta do seu estatuto, mas é uma grande peça do Lucha Underground. Se sai do templo, até se respira melhor naquele sujo balneário repleto de desgraçados acagaçados, na quarta temporada. Mas assim nem tem tanta piada...

Mil Muertes - Se a Catrina é alguém que nos assusta ao mesmo tempo que nos atrai e seduz, aqui a mascote dela, o Mil Muertes, só assusta. El Mesías vai ao templo, mascara-se e, lá de alguma forma, consegue tornar-se ainda mais assustador, mesmo que já seja da casa e já estejamos habituados a ele. Prince Puma já tinha provado a sua ira e pôde-se vingar este ano, antevendo um ano que não seria o de Muertes. Marimbou e desatou a limpar tudo o que lhe aparecia à frente para chegar à meia-final da Cueto Cup onde apenas um gajo sem medo - literalmente zero medo - o derrotaria. Depois, como sendo o núcleo de muitas das histórias mais bizarras neste templo, lá achou graça àquela luva mágica do Cage e andou à bulha por ela no Ultima Lucha, com Cage e Jeremiah Crane, num belo combate violento. E venceu! A luva era dele! Não fosse lá o maldito Cuerno tramá-lo e roubá-lo. Nem estou propriamente a insultá-lo, já sabemos que esse é o nome dele e Mil Muertes deve ter-lhe chamado nomes piores. Espera-se a vingança na quarta temporada, não só pela irresistível luva, mas também porque Muertes não é gajo de deixar ninguém sem resposta. E é com cada resposta!


Pentagón Dark - Nesta temporada, o ano não lhe acabou muito bem, com Black Lotus a vingar-se dele e a servir-se da sua Black Lotus Triad - que incluía Kairi Sane - para lhe partir o braço a ele. Quando é a ele já não deve achar muita piada. Mas Pentagón já era uma estrela e encaminhava-se para ser um dos principais desta temporada. Até era ele a constar no poster! Daí em diante, vinha para facturar e chegou à final da Cueto Cup, varrendo tudo o que lhe aparecia pela frente, travando apenas no fim. Não se deu por satisfeito e venceu um medalhão Azteca, que lhe deu o Gift of the Gods Championship, com o qual ele teve que ir fazer estragos no fecho do Ultima Lucha. Já após a conquista árdua de Prince Puma, na qual lutava pelo título mas também colocava a sua carreira em jogo, Pentagón Dark é inserido num novo combate imediato, onde Puma colocaria o título e de novo a carreira no templo, em jogo. E possivelmente um braço. Então o que fez Pentagón de notável para ser um dos principais da temporada? Fechou-a como Lucha Underground Champion, mandou Prince Puma, mais uma das suas principais estrelas, para casa e partiu braços a todos os que lhe apareciam. Sim, a quarta temporada deve correr-lhe bem... Se ele fizer parte dela? Não havia uma confusão qualquer?

Pimpinela Escarlata - Já nem fazia parte da malta, mas fez um celebrado regresso no Ultima Lucha para a Battle Royal. E que importa se não fez mais do que isso? É sempre uma festa e diversão pura a cada vez que apareça!

PJ Black - Um grande atleta e com um lugar num grupo muito notável, a acompanhar uma das principais estrelas do templo. Mas revejam lá o que já disse, por exemplo, sobre Jack Evans. Os Worldwide Underground eram bons para fazer estragos, favorecer Johnny Mundo e ter momentos cómicos. Porque o seu próprio rendimento em ringue não foi lá muito famoso. PJ Black, especificamente, até tinha uns bons feitos nesta terceira temporada, ainda no ano passado. Neste, não teve sorte na Cueto Cup, a ganhar algum medalhão, a conseguir alguma vitória no Ultima Lucha. Mas quando Johnny Mundo precisava de ajuda? Lá vinha o doido Sul-Africano e mais uns amigos para serem fundamentais. Poderá 2018 ser um ano para PJ se focar em si mesmo, com sucesso?


Prince Puma - Mais um dos principais rostos - máscaras? - do templo, de quem já tivemos que nos despedir daqui pelo menos. O inaugural Lucha Underground Champion apresentou uma postura bem mais obscura que o antigo Puma e até pôde contar com a improvável tutoria de Vampiro. E foi sempre a facturar: venceu medos ao finalmente derrotar Mil Máscaras após este o colocar num caixão no ano anterior, venceu a Cueto Cup e apurou-se para o Lucha Underground Championship de Johnny Mundo no Ultima Lucha. Estava um tremendo main event montado mas tinham que aquecer ainda mais as coisas. Puma colocaria também a sua carreira no templo em jogo. Celebrações e preces dadas quando derrota Mundo num estupendo combate, torna-se bicampeão e mantém-se. Isto é, aaté à traição. Dupla traição, considere-se. Primeiro Dario Cueto que o faz defender o título imediatamente, mantendo a estipulação do contrato em jogo. Depois de Vampiro, seu mentor até então, que afinal ainda a tinha feita com Pentagón Dark. Esse sim venceu, tirou-lhe o título e mandou Prince Puma para casa. Assim acaba o percurso de um dos grandes desta fictícia liga underground. Já não o veremos com esta máscara, pelo templo, na quarta temporada, mas poderá ser visto, com fácil acesso, no NXT, já contratado pela WWE como Trevor Mann ou Ricochet. Desejamos o melhor e que vejamos todo o potencial que lhe conhecemos de todo o lado!

The Rabbit Tribe - O que há para não adorar neste ajuntamento de tolos? Basta serem isso mesmo! Tolos! Paul London, Mala Suerte e Saltador, saídos do mundo da Alice no País das Maravilhas. Mas com mais drogas aparentemente. Paul London já é fácil de se gostar de qualquer forma, mas neste estado e com outros tão tolos como ele a acompanhá-lo... O que falha? Então quando passam a temporada a circundar e a saltitar à volta de pessoas e a venerar o Mascarita Sagrada como um Deus, então é que temos a certeza que estes varridinhos são pura diversão. E em ringue, muito bons de se ver, London até já dispensa apresentações. O balanço foi misto, nem sempre eram uma equipa vitoriosa mas, em conjunto, conseguiram os três vencer medalhões Aztecas. De resto, não se envolveram em muita caça a títulos ou nas histórias mais dark da série - serviram de saco de pancada, os três de uma vez, para o Matanza, num handicap uma vez - mantendo-se como midcarders de comic relief.

Rey Mysterio - É preciso apresentá-lo e lembrar quem ele é ou dá-vos mesmo um ar dele? O lendário luchador já tinha feito muita coisa, até mesmo nesta temporada, ainda no anterior, como mandar o Chavo Guerrero para casa, mas levou ma sova de meia-noite de Matanza Cueto que o retirou. O suficiente para que o seu regresso fosse o seu grande regresso. Tentou acudir Dragon Azteca, seu protégé, quando ia falecendo às mãos de Matanza, lutou pelo Lucha Underground Championship, sem sucesso, num grande combate, com Johnny Mundo e tentou vingar-se de Matanza Cueto, sem conseguir vencer e levando mais uma sova. É o Mysterio, se fosse lá para dizer olá deixava uma marca mas ainda fez bastante. Logo, não precisamos de suplicar por ele na quarta temporada, na qual já não deverá comparecer. Já pôde ser visto no Royal Rumble e lutará na NJPW. Podem vê-lo em qualquer lado e ele safa-se muito bem, acreditem.

Ricky Mandel - Ainda lhe devo chamar isto? É que Ricky Mandel decidiu deixar a vida de mero jobber e encontrou lugar nos Worldwide Underground. Mas não como um membro qualquer. Foi mesmo como um fanático imitador de Johnny Mundo, a chamar-se... Ricky Mundo! Não, não rendeu em ringue mas lembram-se quando disse que o grupo tinha-se voltado mais para o "comic relief"? Pronto, este era o principal núcleo. Ricky Mundo é hilariante e quero mais crescimento dele na quarta temporada!

Sexy Star - Talvez o seu ano fique mais marcado pela negativa, por uma grande polémica que uma acção sua levantou no Triplemanía, sobre a visitante Rosemary. E, querendo transitar para o boxe e para outro tipo de conteúdo televisivo mais familiar, não parece ter total interesse em constar em ringues de wrestling ou lucha libre a tempo inteiro. E os seus grandes feitos históricos no Lucha Underground foram, de facto, na quarta temporada. Mas em 2016. Isso de ter sido a primeira Gift of the Gods Champion e Lucha Underground Champion feminina. Ou seja, não sobrou muito em 2017 para compensar o mais negativo que colocava o povo a falar dela. Desmascarou Veneno e, a partir da sua rivalidade com Mundo pelo título, prolongou os seus problemas com os Worldwide Underground e destacou Taya, sua rival e adversária do Ultima Lucha, que derrotou num Last Luchador(a) Standing. Foi uma segunda metade mais "calma" por assim dizer, em termos de títulos e feitos. Não contamos com ela na próxima temporada, podem sempre andar atentos a outros ringues e a outras modalidades onde a queiram seguir. Para as suas potenciais futuras adversárias... Não sei se não aconselho a fugir.

Snake Tribe - Drago, que já teve a sua própria entrada, Pindar e Vibora. Liderados por Kobra Moon. Mais uma data de tolos, porque aqui nem há pouco disso. Até percebo o apelo que a Kobra Moon possa ter, sim, tudo bem, muito persuasiva de facto. Mas como já disse, estes vão um passo mais longe, que ela anda com eles de trela! O grupo reptílico e assustador, conseguiu roubar Drago a Aero Star e Fénix e, com issom roubar-lhes os Trios Championships. Que foi o seu verdadeiro acto principal mais significativo, com alguns devaneios em combates de singulares. Mas eram aqueles cintos que importavam mais e defenderam-nos no Ultima Lucha, contra The Mack e os completamente rotos Killshot e Dante Fox. Mesmo contra dois gajos partidos em cacos, perderam os títulos, logo o que prevejo é uma quarta temporada cheia de castigos por parte da Kobra. O peculiar: ao que parece, eles até devem ser capazes de gostar!

Son of Havoc - Popularíssimo ainda, mesmo que não esteja muito sob a ribalta. Matt Cross, aqui mascarado, encontrou-se de mãos cheias com um novo rival, outro biker igual a ele, com nome semelhante, para a coisa se tornar pessoal. Não foi o Dante Fox para o seu Killshot, mas foi uma feud pessoal, da qual Son of Havoc saiu por cima, já a fartar-se um pouco de não estar numa posição mais cimeira, quando ainda é um dos predilectos do público e tem algo que o suporte. A partir daí já venceu um medalhão, que utilizou para co-vencer o Gift of the Gods Championship. Quase assim, teve que disputar com Pentagón Dark o título, num Ladder Match, no Ultima Lucha, que pode não ter vencido mas ficou bem visto, num grande combate. Irá este estatuto perseguir sempre Son of Havoc, ou vêem nele um potencial Lucha Underground Champion para a quarta época?

Son of Madness - O Madness para o Havoc. Lutador com pouco background conhecido, mas aqui equipado igual a Son of Havoc, a juntar ao aspecto barbudo. Mas com uma voz nem metade tão fixe quanto a de Son of Havoc. Foi o seu único mote no templo e nem ganhou lá muitos combates - Mascarita Sagrada foi o único que ele derrotou. A sua história com Havoc ficou resolvida e apenas ficou lá como um gajo muito parecido com ele. Não sei se é assim tão necessário para a quarta temporada.

Taya - Cara-metade de Johnny Mundo e tão ou mais tola que ele. Como tal, também fez parte dos Worldwide Underground, muitas das vezes actuando como "a única pessoa com juízo" do grupo. Em ringue, para estorvar ou ajudar, os seus desempenhor correspondiam aos dos restantes, ela deve-se safar melhor quando erra porque tem uma proximidade com Mundo... Diferente. Quanto ao seu próprio rendimento, pôde avançar uma ronda na Cueto Cup e arranjou problemas com Sexy Star, que enfrentaria no Ultima Lucha para uma derrota. Concentrou-se mais nos afazeres do grupo do que nos seus em ringue, mas foi competindo. Tal como Mundo, não sei se usufruirá do seu contrato luxuoso e da liberdade que lhe dá, para se manter no Lucha Underground para a quarta temporada. Já que, tal como Mundo, já começa o ano regressando ao Impact Wrestling, onde acredito ter assuntos inacabados...


Texano - Um gigante na AAA, teve algo a ocupar-lhe a mente na primeira metade desta temporada, no ano anterior. A "Ultimate Opportunity" contra Cage. Que era a luva, mas pronto. No regresso da série, pôde dedicar-se à Cueto Cup, onde ainda deu alguns passos, sendo eliminado pelo finalista Pentagón. Mas quem lhe viria mesmo a dar dores de cabeça era Famous B, que insistia em fazer dele seu cliente, contra os interesses de Texano. Por muito interesse que a Beautiful Brenda pudesse ter, era ali o barulhento do B que era um chato. Teve que ser a mal. No Ultima Lucha, com ajuda de Dr. Wagner Jr., Famous B fez de Texano seu cliente. O que podemos esperar de Texano na quarta temporada. Fama!

Como membro da AAA, Texano foi um dos seus representantes no Impact Wrestling, onde foi um vilão. Chegou a competir no Bound for Glory, sem sucesso para a sua causa.

Vinny Massaro - Mal me lembrava deste tipo por lá, tive que ir verificar. Usado para encher, eliminado na primeira ronda da Cueto Cup e a fazer número na Battle Royal pela Ultimate Opportunity no Ultima Lucha. Às tantas até sai daqui grande estrela para o futuro!

São estas as estrelas do templo e é este o fecho desta Folha de Avaliação e do espaço, por este ano! Finalmente! Já estamos em meados de Fevereiro, estamos já é a olhar para 2019 quase! Espero que tenha sido uma boa última edição e que não me tenha esquecido de ninguém, com a confusão que pode haver com as temporadas, interrupções a meio e datas de transmissões. Que não tenha sido ninguém muito importante. E por aqui também fica a Folha de Avaliação como já disse. Agradeço todas as vossas leituras, espero que tenham gostado e não se tenham maçado. Acreditem que é cansativo de se escrever e já estava mortinho que acabasse! Espero eu que o estivesse mais que vocês! Quem sabe, talvez... Até para o ano, com isto!

Na próxima semana, já não há Folha de Avaliação para preocupar mas há sempre razões para virem cá espreitar este espaço, neste dia e a esta hora. Na próxima semana, retoma o "Literatura Wrestling", onde retomaremos o terceiro capítulo do "Yes!", livro autobiográfico de Daniel Bryan. Releiam o que precisem para recordar e não percam!

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