sábado, 10 de junho de 2017

A Realidade do Wrestling #9 – Raw goes Extreme!

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Sejam bem-vindos a mais uma edição de A Realidade do Wrestling. Após uma semana de ausência, regresso em força com o rescaldo do Extreme Rules, que aconteceu no passado domingo.

Vou destacar 3 momentos que, para mim, marcaram, positiva e negativamente, a edição deste ano. A verde vão estar os momentos positivos e a vermelho os negativos.


O Destruidor surpreende e é candidato principal

O momento-chave do evento foi a vitória de Samoa Joe, na Fatal 5 Way. Em jogo, estava a oportunidade de lutar pelo Título Universal. Com a estipulação que dá nome ao evento, Roman Reigns, Bray Wyatt, Seth Rollins e Finn Bálor deram tudo o que tinham e proporcionaram grandes momentos, mas foi Samoa Joe que destacou ao arrecadar a vitória.

Fiquei surpreendido com o resultado, uma vez que não era a pessoa que estava à espera que vencesse. Esperava Roman Reigns ou Finn Bálor, e a vitória de Joe apanhou-me de surpresa. Não é que não seja merecido, mas simplesmente fazia mais sentido a vitória recair noutro lutador.

Os eventos do Raw conseguem ser muito imprevisíveis, no que toca fundamentalmente ao main event, e o Extreme Rules não foi exceção. Pela surpresa e imprevisibilidade do resultado, este momento marcou o evento pela positiva. Mais do que isso, suscitou a curiosidade quanto ao papel do “Destroyer” daqui em diante, agora como candidato principal ao Universal Championship.


Consagração de novos campeões

Para além da vitória de Samoa Joe, o evento coroou dois novos campeões. The Miz é o novo Intercontinental Champion, enquanto Cesaro e Sheamus conquistaram o Raw Tag Team Championship.

No combate de abertura, The Miz utilizou a estipulação a seu favor e distraiu Ambrose para se sagrar novo campeão. Pessoalmente, estava à espera que fosse acontecer e é mais que merecido. Atualmente, o The Miz é uma das grandes atrações do Raw e um atleta exímio, quer dentro ou fora do ringue. Espero que tenha um grande reinado, sendo este o seu sétimo como campeão.

Num combate Steel Cage, Cesaro e Sheamus levaram a melhor sobre os Hardy Boyz e conquistaram o título pela segunda vez. Gostei muito do combate, da forma como decorreu e foi dos meus favoritos em todo o show. Não estava a contar com o resultado, confesso, mas facilmente entendi a razão pela qual aconteceu. Os Hardys vão começar a trabalhar em datas limitadas, daí a necessidade de colocar os títulos numa equipa que realmente merece e que pode dar uma nova credibilidade. Em todo o caso, foi bom rever os Hardys na WWE.


A desilusão da noite

Como momento negativo, vou destacar apenas um que, para mim, foi o único que me desiludiu.

O Kendo Stick on a Pole entre Alexa Bliss e Bayley pelo Raw Women´s Championship foi desapontante! Por dois grandes motivos!

Em primeiro lugar, o combate durou 5 minutos! Dá para acreditar que, em 2017 e em plena revolução feminina, um combate deste calibre, com a história que ambas tinham entre si, dura 5 minutos? Não entendi, e continuo a não entender, passado uma semana do evento.

Em segundo lugar, a forma como Bayley foi tratada! Confesso que a duração do combate se assemelhou mais a um squash match do que outra coisa! Alexa dominou e venceu, como previsto. Mas a minha indignação não é essa, é precisamente na forma como Bayley foi tratada! Foi totalmente desvalorizada, como se não tivesse uma palavra a dizer (para todos os efeitos, é a atual candidata ao título), para não falar que foi completamente enterrada. Como se fosse um jobber da divisão feminina!

Não percebi o que passou neste combate, esta entusiasmado e perdi o entusiasmo todo com os 5 minutos de duração e a forma como o combate decorreu. Há que repensar a forma como a divisão feminina do Raw está a ser gerida, e isso tem de ser tido em conta!

E vocês, o que acharam do Extreme Rules? Que momentos destacam? Foi de encontro às vossas expetativas? O que vos dececionou?

Desta forma me despeço por esta semana! Regressarei para a semana, com um novo tema para debater e discutir convosco.

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5 comentário(s):

Señor Baile disse...

o evento foi tão..."extreme"...como o pokemon é para adultos.

bullsh*t!


vê um episódio de Lucha e diz-me se ainda chamas...isto...de "extreme".

Anónimo disse...

^

foi extremely crappy wrestling

- disse...

sim, concordo com os demais: foi fraco e de "extreme" teve pouco ou nada.

Dead Wyatt disse...

Acho que se é para continuarem com o conceito de Extreme Rules, os combates no PPV tem que ser diferentes. Cada vez vai tendo menos de "Extreme"!

Fábio Santos disse...

Dos 3 pontos que referiste, destaco mesmo a conquista do The Miz, porque aquele título necessitava de alguém com uma personagem interessante como o Miz tem sido neste último ano.

Sinceramente o PPV para mim no geral foi muito mau... só salvou o "main-event" que foi de longe o melhor combate da noite!

Não se percebe como é que há erros destes por parte da WWE no ano em que estamos... a começar pelo combate bem curto entre Alexa e Bayley que foi uma autêntica desilusão! Parecia que estava a voltar atrás no tempo em que a WWE só dava destaque às divas durante 5 minutos.

O Steel Cage Match foi tão confuso que sinceramente se este fosse o PPV para convencer um fã casual a voltar a assistir a wrestling, era o pior de sempre, pois o fã casual iria dizer logo... então mas supostamente o Jeff Hardy está fora da jaula, tecnicamente só faltava o Matt para sair da jaula para ganharem o combate. Mais valia o combate ter sido pinfall ou submission que teria sido bem melhor o resultado.

O evento não foi nada "extreme" comparado com alguns PPVs destes no passado... e é por isso que o Raw está no estado em que está! Bom artigo Miguel e continua assim jovem :)