quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

ABC do Wrestling #9 | O melhor de 2016

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Boas Malta e sejam todos muito bem-vindos ao regresso do "ABC do Wrestling", aqui numa edição especial e exclusiva de resumo do ano de 2016, agora que estamos estão perto de revelar os tão esperados WN Awards!

A ... de Azar! Quando se pensava que Finn Bálor iria finalmente começar a sua era de dominância na WWE, após uma surpreendente vitória no Summerslam sobre Seth Rollins, que o fez tornar-se o primeiro campeão Universal da História da WWE, o irlandês anuncia logo no dia seguinte que uma grave lesão o vai afastar dos ringues e consequentemente, terá que abdicar do título. Em 2017 esperamos por ti, Ballor!


B ... de Broken! A TNA, devido aos problemas financeiros, teve a sua sobrevivência em risco, mas até no meio da tempestade, conseguiu inovar no booking e fazer-se sentir. A rivalidade entre os irmãos Hardy já tinha sido explorada, mas nunca desta forma. Matt Hardy tornou-se em Broken Matt, pirou da cabeça e no meio de uma infinidade de segmentos bizarros, mas cativantes, acabou por ser a maior figura do Wrestling extra-WWE.

C ... de Cruiserweight! Este foi o ano dos gajos magrelas a fazer piruetas. Finalmente, a WWE decidiu apostar neste segmento, dez anos depois do título Cruiserweight ter desaparecido. A criação de um novo título, o torneio Cruiserweight Classic e o show apenas para o segmento são provas de uma aposta no wrestling que dá espetáculo.


D ... de Desaproveitados! Cody Rhodes. Damien Sandow. Drew McIntyre. John Morrison. Derrick Bateman (EC3). Alguns nomes que na WWE não tiveram o espaço que mereceram e fora da companhia brilharam neste ano que acabou. A prova que nem sempre o mal está no wrestler, mas no booking que lhe é feito.

E ... de Ellsworth! Baixo, franganote, sem prescoço e com cara de sofrimento, o tal de James Ellsworth foi um dos muitos lutadores squashados por Braun Strowman, porém, o único que ficou na memória do público. Voltou, desta vez para o Smackdown e lá engraçamos com ele, ao ponto de o porem a ganhar 3 vezes a AJ Styles, o campeão da WWE. Foi sem sombra de dúvida, o ano de Ellsworth.


F ... de Face Turn! O maior heel da WWE, que até a bandeira da Rússia abanava nos house shows, tornou-se o queridinho da malta. Não que o povo já não gostasse dele, mas sempre dá mais jeito para vender umas camisolas aos putos.


G ... de Goldberg! Goldberg! Goldberg! Goldberg! Qualquer fã de wrestling ameaçou suar pelos olhos quando estes cânticos voltaram a ser entoados. Não esperava ver Goldberg a lutar outra vez, mas não só lutou, como venceu Brock Lesnar em minuto e meio. 2017 vai trazer ainda mais sucessos para ele, escrevam o que digo!


H ... de Hottest Free Agent! Heath Slater ainda por lá andava por altura da Brand Split, o que não era do conhecimento de muita gente. Mas após isso, decidiram colocar o “One Man Band” à procura de um contrato, dado que ninguém o escolheu. Teve o seu tempo de antena e construiu bons segmentos, principalmente quando levava no lombo. Culminou na sua junção ao lendário Rhyno e com ele conquistou o Smackdown Tag Team Championship. Mais um gajo salvo pela Brand Split.


I ... de Invasão! Este ano vimos o NXT invadido por uma série de lutadores que não eram desconhecidos, de todo. Samoa Joe. Shinzuke Nakamura. Eric Young. Austin Aries. Bobby Roode… Tudo nomes com história fora da WWE. E um grande acréscimo de qualidade, diga-se.


J ... de Japão! O país do Sol Nascente conquista progressivamente o seu espaço no Wrestling mundial e este ano foi importantíssimo para esse feito. É de destacar o sucesso de Nakamura no NXT, mas é a cada vez maior qualidade e renome das companhias de puroresu que colocam o Japão no centro das atenções.

K ... de Kevin Owens! O ano do Prize-Fighter. Não havia dúvidas que o anteriormente chamado Kevin Steen era dos grandes nomes do Wrestling, mas finalmente, essa qualidade foi traduzida em títulos mundiais. Tornou-se o segundo campeão Universal da História da WWE (com a ajudinha de Triple H) e já leva um considerável reinado de destaque…

L ... de Lista! Mas nunca sem o seu melhor amigo! Se 2016 foi o ano de Owens, foi também mais um ano de Jericho. Não foi campeão, mas manteve-se sempre na ribalta, formou uma das parcerias mais aclamadas com Owens e … criou a sua Lista de Jericho. Pode não ter sido um ano de títulos, mas foi um ano de sucesso, stupid idiots!


M ... de Melhor de 7! Uma rivalidade bem badalada neste ano foi a de Sheamus e Cesaro. Mick Foley colocou-os á pancada e marcou 7 combates para decidir qual deles era o melhor. Odiaram-se tanto que acabaram por se tornar uma Tag Team, com o dedo do General Manager do RAW e conquistar o título de equipas da marca vermelha, vencendo os…

N ... de New Day! Perderam os seus títulos ao cair do pano, mas não deixa de ser um ano de New Day. Maiores campeões da História do cinturão, conquistaram o público e um lugar nas stables com mais impacto dos últimos tempos.


O ... de Ovelha Negra! A “Ovelha Negra”, Braun Strowman, o membro forte da Wyatt Family que se tornou o membro forte do RAW. É um caso (raro) de bom booking, começou por ser colocado frente a lutadores locais, destruiu-os e chamou por desafios mais… desafiantes. Tem vindo a crescer rumo ao main event e 2017 pode mesmo significar ouro para o gigante. Quem o pode parar?


P ... de Phenomenal! Já falei que foi o ano de Owens, Jericho, New Day e não sei mais quantos, mas se foi o ano de alguém, foi do Phenomenal One, AJ Styles. Estreou-se logo em Janeiro, onde se safou bem no Royal Rumble Match, andou à porrada com Jericho, Reigns e John Cena, ganhou destaque e entrou num lote reservado de lutadores que são campeões no mesmo ano que se estreiam, sendo atualmente o top heel e senhor do SmackDown.


Q ... de Queda Livre! Não falo da carreira de Sami Zain este ano, embora pudesse ser uma boa metáfora, mas de um dos momentos altos deste ano (outra boa metáfora), com o velhote Shane McMahon a atirar-se do topo do Heel In a Cell na Wrestlemania no combate com outro velhote, The Undertaker. Shane a provar que é um gajo que os tem no sítio.


R ... de Recorde! A Wrestlemania deste ano tornou-se o evento mais assistido de sempre num recinto fechado e isso é sempre de destacar, mesmo que esse facto seja das poucas coisas boas a recordar desse show.

S ... de Separação! A divisão da companhia em duas brands acaba por ser o maior acontecimento do ano. Ressuscitou a importância do SmackDown e impôs uma rivalidade interessante entre as marcas vermelha e azul, para não falar na importância que deu a vários atletas que de outra maneira estariam a jobbar.

T ... de Triple H campeão! Já foi no início, mas foi neste ano que voltamos a ver o Cerebral Assassin com ouro à cintura. Venceu a Royal Rumble Match pelo título de Roman Reigns e acabou por perdê-lo contra o mesmo excelente lutador (sarcasmo) no main-event da Wrestlemania. Para putos como eu que cresceram a vê-lo como campeão, foi um regozijo enorme (para quem não é fanboy do Romanzinho).


U ... de Universal Championship! Não é todos os anos que nascem títulos mundiais. Como é óbvio, com a brand split, isso teria que acontecer. Aos poucos, vai roubando o protagonismo ao velhote Título da WWE, do SmackDown.

V ... de Vaias! Este ano a tendência foi odiar o Roman Reigns. No anterior também, aliás. Vê-lo a sair do main-event da Wrestlemania vitorioso doeu a muita gente e a crowd fez questão de mostrar o seu descontentamento. Aí e sempre que o gajo fazia alguma coisa com sucesso (que nele se resume a Superman Punch` s e Spear´s). Talvez a reação negativa que este recebeu fê-lo perder espaço no main-event ao longo do ano, o que prova a influência que a crowd pode ter nas decisões da companhia.


W ... de Womens! Este ano viu nascer dois novos títulos para as senhoras: o Womens Championship e o Smackdown Womens Championship. E o fim do título das Divas, com todo aquele visual inspirado na Violleta, acaba por ser simbólico sobre a mudança na divisão: este ano vimos um crescimento do wrestling feminino brutal! A rivalidade ESPETACULAR entre a Sasha Banks e a Charlotte, que teve um combate no main-event de um RAW e o primeiro HIAC de senhoras, são provas disso mesmo.


X ... de Wrestle Kingdom X! Já falei no crescimento do wrestling japonês e é impossível desligar o balanço do ano no pururesu do Wrestle Kingdom X, logo nos primeiros dias do ano. Wrestling espetacular, que talvez a WWE tenha visto com inveja e daí ter levado Styles, Nakamura e Gallows/Anderson, que lutaram no show.

Y ... de How You Doin?! Convenhámos, Enzo e Cass não são os melhores gajos de sempre dentro de um ringue. Porém, é difícil encontrar (principalmente no Amore), tanto carisma, energia e mic skill de qualidade numa só Tag Team. Por isso, faço já aqui a aposta de termos estes dois com os cintos de equipas na cintura durante este ano que começou.


Z ... de Zack Ryder! Decidi destacar este, digamos, ex-jobber, porque este ano teve um ano porreiro… e também porque não há muitas cenas para falar começadas com Z. Fora de brincadeiras, vimos um dos mais surpreendentes momentos do ano com o “Long Island Ice Z” a conquistar o Título Intercontinental na Wrestlemania, mesmo tendo perdido no dia seguinte. Apesar da lesão no último mês, Ryder provou que não esteve morto este ano, como em 2015.

E despedimo-nos assim de 2016, estarei aqui para resumir o ano de 2017 que ainda agora começou e já sabem, Bom Wrestling a todos e deixam o vosso feedback na caixa de comentários!

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6 comentário(s):

- disse...

90% disto foi sobre wwe.

meh, f*ck it.

Anónimo disse...

vai te fuder seu merdas hater de wwe foda-se ate da nojo vai morrer longe que cancro nao gostas nao vejas ha mais internet oh cancro

Anónimo disse...

N ... de New Day! Perderam os seus títulos ao cair do pano, mas não deixa de ser um ano de New Day. Maiores campeões da História do cinturão, conquistaram o público e um lugar nas stables com mais impacto dos últimos tempos.

Depois não querem que eu seja nostálgico e saudosista, porque quando você compara as stables com mais impacto nos anos noventa, como New World Order, The Corporation e D-Genaration-X para o New Day, você entende porque milhões de pessoas deixaram de assistir Pro Wrestling nos Estados Unidos ao longo das últimas duas décadas.

O "cool factor" do New Day é ser um brony que usa chifre de unicórnio, compra as caixas coloridas de cereais (algo que John Cena era zombado pela IWC, mas por alguma razão, isto é agora visto como aceitável pelo New Day, demonstrando o típico padrão duplo incrivelmente hipócrita desta comunidade), ser adolescente/adulto masculino que tem uma estranha adoração por pôneis e ficar rebolando o traseiro, algo que é muito másculo em um show de lutas.

Deprimente...

Anónimo disse...

Ao anônimo, você apenas mostra imaturidade com seu nível de comentário, além de demência mental por enviar essa mensagem porque alguém tem um pensamento diferente de você sobre Pro Wrestling.

Anónimo disse...

Mais vale falar para uma parede do que para gente cuja vida é ver wrestling e ser hater da wwe na net sem ter sequer argumentos razoaveis.
Quantos euros vocês já deram às vossas lindas indies mesmo? pois... Querem ser tão anti WWE que se tornam Anti wrestling, os fãs de wrestling deviam estar unidos, epa nao gostam nao vejam, não gostam do site vão para outro.
Mas força continuem a passar o dia todo no sofá a coçar os colhões e a comentar merda na net enquanto comem os vossos nuggets maravilhos, estão a um passo de se tornar um verdadeiro americano continuem assim, tristes.

Anónimo disse...

E ... de Ellsworth! Baixo, franganote, sem prescoço e com cara de sofrimento, o tal de James Ellsworth foi um dos muitos lutadores squashados por Braun Strowman, porém, o único que ficou na memória do público. Voltou, desta vez para o Smackdown e lá engraçamos com ele, ao ponto de o porem a ganhar 3 vezes a AJ Styles, o campeão da WWE. Foi sem sombra de dúvida, o ano de Ellsworth.

O personagem James Ellsworth é a melhor definição física e mental de um típico ou estereotipado geek obscecado WWE fan que frequenta a comunidade de wrestling na internet, principalmente desde o "Yes!" Movement de Daniel Bryan.

É um herói para vocês, porque vocês olham para Ellsworth e dizem: "Ele olha como eu, se ele pode vencer o WWE Champion e acompanhar uma mulher como Carmella no Smackdown, eu também posso conseguir um dia".

Eu dou todo crédito do mundo para a WWE, pelo fato de entender a sua fanbase nicho da internet, que é o grupo que a companhia está mais investido em sua programação desde 2014, e colocar um personagem perfeitamente relacionável na televisão reflete tudo isso.

Parabéns, WWE!