quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

WN Apostas 2017 | ROH Final Battle


A Ring of Honor apresenta o seu último PPV de 2017 chamado Final Battle e esta batalha nas apostas está mesmo a terminar, pois este é o penúltimo PPV na categoria do SURPRISE PPV CHAMPIONSHIP, portanto com 2300 PONTOS, apostem com muito cuidado! Vejam as mudanças, comecem já a fazer as vossas apostas e habilitem-se a um prémio no final da temporada!

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

WWE NXT 13.12.2017 | Vídeos + Resultados (Estreia na USA Network)


Este episódio especial do NXT (a estrear-se na USA Network graças à WWE Week) tem como destaque um combate de qualificação para o "Fatal 4-Way Match" para determinar o próximo pretendente ao NXT Championship, no qual o líder dos The Undisputed ERA, Adam Cole enfrenta o invicto, Aleister Black. Para além disso, contará com o novo NXT Champion Andrade "Cien" Almas em ação e ainda a nova NXT Women's Champion Ember Moon em ação contra Peyton Royce.

King of... Finishers #29 | Edge vs. Aleister Black vs. JBL




Sejam bem-vindos a mais uma edição do "King of... Finishers", onde continuamos a procurar (juntamente com vocês) o melhor golpe final na história do wrestling (seja de estrelas do passado, presente ou do futuro).




VENCEDOR: Pete Dunne - Bitter End - 8 votos

vs.
Tyler Bate  - "Tyler Driver '97" – 3 Votos

vs.
Trent Seven - "Seventh Heaven" - 2 votos

Continuando a 1ª ronda de qualificações, numa vitória convincente o "BITTER END" de Pette Dunne qualificou-se para a próxima fase. Vejamos a lista dos "Finishers" já qualificados para a próxima fase:

Steve Austin – "Stunner"
Goldberg – "Spear"
Kenny Omega – "One Winged Angel"

Chis Benoit - "Crossface"
Randy Orton - "RKO"
Victoria – "Widows Peak"
Petey Williams – "Canadian Destroyer"

Seth Rollins - "Curbstomp"
Shawn Michaels – "Sweet Chin Music"
Neville – "Red Arrow"
Kenta Kobashi – "Orange Crush"
Randy Savage – "Flying Elbow Drop"
Undertaker – "Tombstone Piledriver"
DDP - "Diamond Cutter"

Hideo Itami - "GTS"

AJ Styles - "Styles Clash"
Chris Jericho – "Codebreaker"
Cedric Alexander - "Lumbar Check"
Triple H – "Pedigree"
Báron Corbin - "End of Days"
Ember Moon - "Eclipse"

Johnny Mundo - Starship Pain
Christian - "Unprettier"
Lita - Moonsault"
Awesome Kong - Implant Buster

Pentagón Jr. - "Pentagon Driver"
Pete Dunne - Bitter End



Esta semana temos mais uma fase de qualificações do King of... Finishers, desta vez, é a primeira de 4 eliminatórias de repescagem, para encontrarmos os últimos cinco finishers a avançar para a próxima fase. Os 12 finishers eliminados em edições interiores do King of..., com maior número de votos, irão agora ter uma segunda oportunidade de avançar para a próxima fase. E a primeira eliminatória de repescagem conta com os finishers de: Edge, JBL e Aleister Black. (nesta eliminatória passarão dois finishers à fase seguinte)

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Edge – "Spear"


VS.

Aleister Black – "Black Mass"




VS.

JBL – "Clothesline From Hell"



Votem já no vosso finisher favorito!

Literatura Wrestling | Yes!: My Improbable Journey to the Main Event of Wrestlemania - Capítulo 1



Está de volta a Literatura Wrestling, o espaço de traduções do blog que vos traz uma obra biográfica, na íntegra, reveladora das origens, vida e decorrer da carreira de alguns dos mais marcantes wrestlers que percorreram os ringues que acompanhámos com tanto gosto.

Todas as semanas vos traremos um excerto do livro "Yes!: My Improbable Journey to the Main Event of Wrestlemania", publicado em 2015 por Daniel Bryan e pelo co-autor Craig Tello, a contar o crescimento e peripécias do "Yes! Man" até à sua chegada à WWE e ao main event da Wrestlemania. Boa leitura!




Capítulo 1: O Início
Terça-Feira, 1 de Abril, 2014 - 10:06

Esta era uma vista que ninguém devia ter visto. Fosse a fortuna ou o design burocrático do bronze da WWE, todos os sinais apontavam para que o WWE Superstar Daniel Bryan surgisse na Wrestlemania 30 num combate memoravelmente competitivo, porém numa posição bem menor no alinhamento, do que o evento principal final pelo WWE World Heavyweight Championship. Ele teria sido um candidato a "show-stealer" mas não estaria posicionado a fazer história, apenas um intermediário a meio do espectáculo, a apitar nos radares dos fãs pelo mundo fora durante a trigésima edição do mais grandioso evento da WWE.

Em vez disso, Bryan emerge de um carro privado estacionado na "boca" do Hard Rock Cafe da cidade de Nova Iorque. Ele está prestes a fazer uma grande entrada, não só para a conferência de imprensa desta manhã, mas para aquela que seria a mais significativa semana da sua carreira.

Aquela barba de assinatura é inconfundível, apesar do fato claro que usa - uma raridade - se sentir apenas ligeiramente "Bryanizado" pelo tom da sua cintilante gravata marrom. Os flashes das câmaras e membros da imprensa apertam-se para capturar um modesto ex-vegano de 1.73m, que muito rapidamente agita uma reacção de apoio de uma plateia da "Big Apple" notoriamente opinativa.

"Yes! Yes! Yes!" Uma simples, directa e contagiante combinação de palavras serve como tema de entrada para Bryan enquanto ele atravessa a passadeira vermelha e pára sob um letreiro a radiar "WRESTLEMANIA 30" no brilho dos seus LEDs. Os cânticos de "Yes!" sincronizados abafam o trânsito de fim de manhã de Manhattan, no Times Square, e Bryan junta-se à multidão para um breve e improvisado comício, por assim dizer.

Neste momento, Bryan encontra-se a uma mera dúzia de quarteirões do sítio da inaugural Wrestlemania que emanou do mundialmente famoso Madison Square Garden há quase três décadas atrás. Na altura, o primeiro grande evento de Vince McMahon era o simbólico "underdog" a tentar enterrar os dentes na cultura popular e criar um fenómeno mundial. É adequado que a própria jornada de quinze anos de Daniel Bryan até ao evento principal do "Show of Shows", Wrestlemania, faça esta tão importante paragem no coração de Nova Iorque.

Bryan já moldou parte das suas memórias nesta metrópole, no entanto este dia é diferente. Este é o início de uma semana que quiçá nem ele acreditasse vir a vivê-la. Na sua "Road to Wrestlemania", este momento marca os passos finais em direcção ao seu derradeiro destino: o combate pelo WWE World Heavyweight Championship na maior Wrestlemania de sempre.

Há o "ring" (ringue) no qual ele competirá e depois há as visões persistentes do "ring" (anel) que ele deslizará pelo dedo da sua noiva dentro de onze dias. Bryan está a experienciar o momento mais significativo da sua vida profissional, mas na sua vida pessoal, ele está a meio de preparações do casamento com a Diva da WWE Brie Bella. Um casal amado aos olhos dos fãs em adoração pelo globo fora, "Braniel" ainda negoceiam atribuições de tarefas para a sua celebração nupcial enquanto se preparam para competir no "Show dos Shows" da WWE. Não pode haver mês - semana, mesmo - mais significativo que este, se fores o "filho barbudo" de Aberdeen, Washington.

No caso de Bryan, em meros dias, trinta anos de Wrestlemania culminam em simultâneo com um "círculo quadrado", um Manifesto do Destino, um "Yes! Movement". Naquele dia, um conto de fadas desenrola-se para Daniel Bryan, e a tal "Cara da WWE" encaminha-se para se tornar um pouco mais cabeluda.


A WWE pediu, recentemente, a muitas das suas Superstars de sucesso que participassem num inventário de personalidade. Em teoria, estes testes são capazes de aceder a qualidades pessoais como sociabilidade, prudência e sensitividade interpessoal. A ideia é que diferentes profissões requerem diferentes características pessoais, mas este tipo de análise nunca tinha sido feita com wrestlers profissionais. Se a WWE pudesse descobrir os traços de personalidade das suas Superstars de maior sucesso, talvez quando fossem a recrutar, dar-lhes-ia mais informação sobre a probabilidade de uma nova contratação vir a ter sucesso. Eu fui uma das muitas pessoas escolhidas para fazer o teste.

O teste envolvia ler muitas afirmações diferentes e a seguir indicar se a afirmação era verdadeira ou falsa. Por exemplo, uma afirmação seria "Eu queria ser um condutor de carros de corrida profissional." A minha resposta: "Falso. Eu não queria ser um condutor de carros de corrida profissional." Outro exemplo: "Eu raramente perco a paciência." A minha resposta: "Verdadeiro." Coisas dessas. Respondes a centenas desse tipo de afirmações e voilá! Lá estão os traços da tua personalidade. Em teoria.

Eu por acaso gostei de fazer o teste e estava interessado em ouvir os resultados. No dia seguinte encontrei-me com uma mulher para falar sobre eles. Tudo foi feito à base de percentis e, à medida que ela avançava nos resultados, ela tornava-se cada vez mais confusa. Em todos os marcadores primários excepto um (abordagem à aprendizagem, pelo qual estava no 84º percentil), tive nota baixa. E afirmo-o, muito baixa. Pela sensibilidade interpessoal, eu estava no 11º percentil inferior. Pela categoria de ajustamento e adaptação, estava no 9º percentil inferior. Sociabilidade, 3º inferior. Mas aquele que mais a intrigou foi a minha pontuação para a ambição, que foi o mais baixo que ela já tinha visto na sua história de administrar este tipo de testes e dados. Eu estava no último percentil.

Ela perguntou-me como é que eu conseguira ter tanto sucesso, visto que eu não aparentava ter qualquer direcção, poucos dotes sociais e uma apatia inerente em relação à maioria das ideias que a nossa cultura de negócio moderna parece achar tão importante.

"Não faço ideia," disse eu. "Eu apenas amo lutar. O meu sucesso veio, maioritariamente, por sorte."

A minha "falta de ambição" deve ter feito parte da minha personalidade desde o meu começo, porque fiquei dentro do útero por mais de dez meses.

Quando a minha mulher, Bri, ouviu a história, disse que isso me explicava perfeitamente. Ela podia muito bem imaginar-me completamente satisfeito com apenas estar lá sentado com um cordão umbilical a servir de tubo para me alimentar, a ser constantemente alimentado e aquecido, a nunca querer sair. Quando finalmente induziram a minha mãe, dá para imaginar o quão doloroso terá sido.

A minha mãe, Betty, era uma mulher pequena e quando eu, Bryan Lloyd Danielson, finalmente decidi sair no dia 22 de Maio de 1981, eu tinha mais de 4,5kg. Olhando atrás, pelas fotografias, sou o bebé mais gordo que alguma vez vi. Mais importante, eu parecia estar sempre a sorrir. Não é preciso muito para me fazer feliz.


A minha mãe disse-me que eu era muito calado. Passava muito tempo sozinho porque não era muito social, algo essencialmente igual aos dias de hoje. O meu pai, Donald "Buddy" Danielson, lembra-se de mim como sendo descontraído mas também com um lado bastante teimoso. O exemplo mais consistente do meu pai envolvia biscoitos, que podia bem ser o meu grupo alimentar favorito. Ele falava sempre sobre uma vez em que estava a alcançar um biscoito e ele disse-me que não. Tentei outra vez e o meu pai esbofeteou-me a mão e disse outra vez que não. Eu comecei a chorar mas continuei a tentar alcançar o biscoito. A cada vez, o meu pai dava um leve estalo na minha mão e a cada vez eu choraria com mais força, a incessantemente tentar chegar ao biscoito. A contar a história, ele uivava de riso mas nunca disse se eventualmente me deu o biscoito.

Como uma jovem criança, eu tinha a tendência a seguir a minha irmã mais velha, Billie Sue, para todo o lado. A nossa relação ao crescer é provalmente a razão para que, mesmo hoje, ela se mantenha tão afectiva e protectora para comigo. A Billie Sue era - e ainda é - muito mais social do que eu. Eu apenas a seguia, feliz e sorridente como uma ostra aberta, e ouvia tudo o que ela dizia. Eu apanhava tudo o que ela fazia. Por exemplo, quando comecei a aprender a falar, eu não gaguejava, mas a minha irmã sim. À medida que fui falando cada vez mais, comecei a gaguejar também. A Billie Sue superou o seu problema de fala bem antes que eu, que provavelmente não aconteceu até eu ter quase doze anos.


No próximo capítulo: Na próxima semana chega o segundo capítulo, no qual Daniel Bryan volta atrás no tempo e fala de um problema seu com o qual muitos se identificarão: a timidez, ansiedade social e medo de falar em público! Como adaptar essas dificuldades à vida de WWE Superstar?

WWE 205 Live - 12.12.2017 | Vídeos + Resultados


Devido ao grande sucesso do CruiserWeight Classic no WWE Network, a WWE decidiu apostar numa divisão de Cruiserweights, que agora todas as terças-feiras passaram a ter um programa de 1 hora dedicado exclusivamente a eles na WWE Network chamado 205 Live.

O programa de hoje conta com a presença dos dois lutadores que irão batalhar por uma oportunidade pelo WWE Cruiserweight Championship no próximo Raw, Cedric Alexander e Drew Gulak.


Reportagem e Resultados

Brevemente


Vídeos


WWE Smackdown Live 12.12.2017 | Vídeos + Resultados


Este episódio do Smackdown Live (transmitido todas as terças-feiras) tem como destaque um combate entre o ex-WWE Universal Champion Kevin Owens e um dos adversários deste no Domingo, o ex-NXT Champion por 2 vezes, Shinsuke Nakamura.

Para além disso, também estão confirmados os seguintes combates/segmentos:
  • Rusev e Aiden English vs. Smackdown Tag Team Champions The Usos
  • WWE Champion AJ Styles e Jinder Mahal num último confronto cara-a-cara antes do Clash of Champions
  • Ruby Riott vs. Smackdown Women's Champion Charlotte Flair sem o título em jogo

Reportagem e Resultados

Brevemente

Vídeos


Smackdown Live




terça-feira, 12 de dezembro de 2017

WWE Monday Night Raw 11.12.2017 | Vídeos + Resultados


Este episódio do Monday Night Raw (transmitido todas as segundas-feiras) tem como destaque um combate pelo Intercontinental Championship, no qual o campeão Roman Reigns defende contra uma parte dos Raw Tag Team Champions, Cesaro.

Para além disso, também estão confirmados os seguintes combates/segmentos:
  • Outra parte dos Raw Tag Team Champions Sheamus batalha Seth Rollins dos The Shield
  • Dean Ambrose batalha Samoa Joe
  • Braun Strowman enfrenta Kane novamente mas desta vez, o vencedor será o pretendente ao WWE Universal Championship no Royal Rumble


Reportagem e Resultados




Vídeos




segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Overrated ou Underrated #55 - The Bludgeon Brothers


Sejam bem-vindos a mais uma edição do Overrated ou Underrated. Na última edição foi analisado o mestre dos Power Points, Drew Gulak. Na edição desta semana, vamos analisar uma equipa em ascensão na Smackdown, e uma das equipas mais assustadoras na WWE.

Apresentando agora o espaço para quem nunca leu uma edição ou simplesmente não está recordado da essência de um Overrated ou Underrated.

Underrated – Alguém que é subvalorizado ou não têm o devido reconhecimento seja aos olhos da industria do wrestling ou até dos fãs.

Overrated – Precisamente o contrário do ponto anterior. Alguém que é sobrevalorizado e que a industria do wrestling ou fãs dão demasiado crédito por aquilo que faz.

No ponto – Nem toda a gente ocupa um lugar acima ou abaixo daquilo que realmente merece. Existem lutadores que ocupam o lugar que ocupam na industria porque é exactamente nesse sitio que merecem estar e têm também exactamente o reconhecimento que merecem da parte dos fãs.

Por fim, gostaríamos sempre de saber a vossa opinião, quer concordem ou discordem da nossa avaliação sobre o wrestler em questão. Tentem também coloca-lo numa destas três categorias e caso se sintam à vontade podem sempre dar sugestões sobre wrestlers que gostariam de ver neste espaço.



Nesta edição do Overrated ou Underrated, temos connosco os Bludgeon Brothers, a dupla de Harper de Rowan, que têm destruído tudo no seu caminho.

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Btaker22 (Underrated) –Para mim, tanto o Luke Harper e o Erick Rowan mostraram que mereciam, pelo menos, aquilo que parece que está agora a acontecer, ou seja, fazer parte de uma equipa bastante dominante. Porque é isso que ambos são...dois wrestlers com um físico que se impõe e com um look que mostra bastante aquele ar aterrorizante que eles querem fazer passar. Se os Bludgeon Brothers continuam nesta onda de domínio com esta nova personagem, eu diria que seriam merecedores de ganhar os títulos de equipas em breve.

Contudo, se analisarmos mais atrás, percebemos que, até agora, a melhor altura deles em conjunto foi na Wyatt Family, porque o Bray Wyatt os tornava relevantes, mas mesmo assim não lhes foi dado algo mais que os legitimasse para uma coisa mais importante que os lacaios do Bray Wyatt. Ainda assim, eles sempre mostraram que em conjunto eram dois monstros bastante capazes no ringue, e basta ver aquele combate impressionante com os Shield. Sendo o Harper o membro que mais se destaca, este teve um reinado como campeão Intercontinental, onde mais uma vez mostrou que no ringue é bem capaz. É por isso que é difícil perceber porque é que, depois disso, nunca mais se arranjou nada para ele, tirando alguns combates onde voltou a impressionar contra Kane's ou Randy Orton's.

Mesmo o Erick Rowan, não tendo a mesma capacidade do Harper, também é um bom powerhouse, e tem uma imagem ainda mais arrepiante, com as máscaras esquisitas...mas mesmo assim, também nunca lhe foi dadas as oportunidades de ficar "over". Lembro-me de um ponto crítico quando lhe deram uma derrota para o Big Show num Stairs Match, que podia ter-lhe dado credibilidade para atingir outro nível.

De qualquer das formas, mais que não seja, enquanto equipa tenho a certeza que este mereciam triunfar se continuarem a fazer o que estão a fazer, e tendo em conta as vezes em que podiam ter tornado, tanto um, como outro, em monstros dominantes individualmente, tal como pelo facto de ainda não terem sido campeões de equipas fora da NXT, tenho de os considerar a ambos Underrated.

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Cell (Underrated) –Muitas stables que aparecem na WWE têm claramente um líder. Mesmo quando não é dito diretamente, há sempre uma superstar que tem mais tempo no micro, mais protagonismo, etc. A Wyatt Family enquadra-se nesta ideia, com Bray, claramente,como líder. Mas, o que podemos dizer de Harper e Rowan?

Tal como eu disse, uma stable acaba sempre por ter um líder, alguém com mais protagonismo. Mas, uma stable só funciona perfeitamente se todas as partes fizerem a sua parte. Harper e Rowan, a meu ver, fizeram extremamente bem a sua parte na Wyatt Family. Dois homens, no mínimo, intimidantes, que serviam de guarda costas do patriarca da família, impressionantes na maneira como atuavam e se mexiam no ringue. Neste sentido, Harper era o que se destacava mais, sendo elogiado, quase todas as semanas, pelo WWE Universe e os oficiais. Rowan não fica muito mais atrás, mexendo-se com agilidade a mais para alguém do seu tamanho.

Talvez, o que diferencia mais Harper de Rowan é o carisma que cada um traz há dupla. Harper parece ter um maior à vontade no micro que Rowan, por vezes até complementando as promos de Bray na Wyatt Family. Como Rowan não tem esse à vontade, a WWE procurou sempre explorar a sua imagem (que por si só já era assustadora), dando-lhe uma máscara que o deixa a parecer quase extraterrestrial. Atualmente, nos Bludgeon Brothers, a WWE dá uma oportunidade justa, a cada um, no micro.

Harper e Rowan ou os Bludgeon Brothers, como quiserem chamar, são uma equipa impressionante, que já teve várias tentativas de separações, mas que, mais cedo ou mais tarde, voltam a juntar-se, porque acaba por ser o melhor para os dois, a longo prazo. É incrível que uma equipa, que parece até ser bastante elogiada, apenas tenha tido um reinado com os títulos de Tag Team na NXT. Harper teve um reinado, de poucas semanas, com o título Intercontinental, o que pode revelar que Harper, individualmente, é melhor que Rowan.

Considerando o talento que têm como equipa e os reinados (ou falta deles) que tiveram, tenho de os considerar extremamente underrateds


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Chegamos ao fim desta quinquagésima quinta edição, mas voltaremos como sempre para a semana com mais um lutador a ser analisado. Agora, queremos saber a vossa opinião. Será que os Bludgeon Brothers são:


OVERRATED?

Ou

UNDERRATED?

Ou

QUE ESTÁ NO PONTO?

domingo, 10 de dezembro de 2017

WWE Main Event 08.12.2017 | Vídeos + Resultados


Este episódio do WWE Main Event tem como destaque um combate de equipas a colocar Heath Slater e Rhyno frente aos The Club. Para além disso, também conta com acção de Cruiserweights entre Akira Tozawa e The Brian Kendrick e ainda alguns destaques destes passados Monday Night Raw e Smackdown Live.

sábado, 9 de dezembro de 2017

Opinião Pacifica #8 - Os Jovens Leões



Bons dias caros leitores do Wrestling Noticias e sejam bem-vindos a mais um Opinião Pacifica. Ora, esta semana devem estar todos à espera que eu volte a falar de uma companhia independente, mas a verdade é que eu quero ir por outro caminho.

A semana passada falei sobre a PROGRESS Wrestling, sobre a progressão natural do booking da companhia e sobre como esta é especialista em construir estrelas para o futuro, tanto da própria, como da cena independente britânica e, em certos casos, mundial. E esta temática, de construir o futuro, é algo bastante interessante, se pensarmos bem.

Hoje em dia, são várias as teorias sobre por onde passa o futuro do pro wrestling mundial. Se forem adeptos de WWE, ou se se chamarem Paul Levesque, a futuro passa pelo NXT (e, inevitavelmente, pelo Performence Center). Se forem adeptos de um produto mais alternativo, das indys, por exemplo, podem muito bem dizer, com argumentos e exemplos fortes a sustentar a vossa afirmação, que o futuro passa pelo wrestling independente. Mas existe algo, um lugar, que eu, enquanto fã de wrestling, não oiço ser referido muitas vezes e, na minha modesta opinião, tem sido a escola de wrestling que mais estrelas, de maior qualidade e que, mais sucesso têm tido, tem criado desde… bem, podemos afirmar nas últimas décadas.


Estou a falar da New Japan Dojo e do sistema de Young Lions da companhia nipónica. Passando algo desapercebida para alguns (e aposto mesmo que alguns nem saibam da existência desta plataforma de treino), o Dojo da NJPW tem sido um dos maiores criadores de talento a nível mundial. Se pensarem nos grandes talentos japoneses da actualidade, como Kazuchika Okada, Hiroshi Tanahashi, Tetsuya Naito ou Shinsuke Nakamura, todos vieram do Dojo da NJPW. Mesmo nomes como Finn Balor ou lendas como Jushin Thunder Liger, fizeram a sua formação de wrestling nesta “escola”.

Ora, e vocês dizem, o que uma escola de wrestling no Japão tem de tão diferente de uma escola de wrestling nos estados unidos, como, por exemplo, o Performence Center?

Acho que, primeiro de tudo, vale a pena evidenciar algo: o PC não é uma escola de Wrestling. Como eu já falei no meu artigo de regresso ao Wrestling Noticias, a WWE não é uma companhia que tenha o wrestling como o seu principal foco (sendo este, o tão falado Sports Enterteinament), por isso, não faz qualquer sentido que o centro de treinos destes seja virado para ai. O PC é totalmente virado para o lado do entretenimento do wrestling. Por exemplo, uma das primeiras coisas que os alunos do PC fazem quando lá chegam, é trabalho de personagem. Escolherem a sua persona in wrestling, trabalharem os seus maneirismos, o seu mic work, e esse tipo de componentes que, são obviamente importantes, num produto formatado para a televisão norte americana.


Mas e no Japão? E na NJPW em que o produto deles é a competição desportiva do wrestling? Bem, aqueles que conhecem minimamente o que é o New Japan Dojo, sabem das histórias. A educação no Japão é muito diferente da educação no resto do mundo. Muito mais disciplinada, muito mais virada para o respeito pelos antigos, para a humildade enquanto individuo, para a união enquanto grupo. Tudo ferramentas que ajudam a organizar a sociedade japonesa e que reflectem-se nestes Dojos.

Uma das principais tarefas de quem frequenta o Dojo da NJPW é a limpeza do mesmo. Exato, leram bem. São os alunos, as pessoas que lá estão a estudar e a treinar para ser os próximos grandes wrestlers, que limpam o dojo, cozinham para eles e para os mais velhos, que lavam a roupa, que a estendem, tudo. Por isso, sim, pessoas como o grande Kazuchika Okada ou o ace Hiroshi Tanahashi, tiveram que cozinhar e lavar a roupa dos seus treinadores, antes de tornarem-se quem são.

Quando um aluno entra para o Dojo da NJPW, é chamado de Young Lion, nome que deriva do símbolo da companhia, um leão. Por isso, estes estudantes são os jovens leões que mais tarde se tornarão as estrelas da companhia. E os Young Lions são todos iguais, em todos os aspectos, tirando os físicos e o próprio nome. Quando começam, os Young Lions vestem todos os mesmos trunks pretos, as mesmas botas pretas, as mesmas joelheiras pretas e têm todo o mesmo moveset: clothesline, bodyslam, algumas holds e um boston crab como finisher, mais algumas moves básicas e pronto. Não passa disso.



E isto porquê? Porque é imensamente importante, para um wrestler que quer ter aspirações de se tornar um dos melhores do mundo, que é exactamente isso que a NJDojo fabrica, os melhores wrestlers do mundo, aprender os básicos, solidifica-los e mecaniza-los até que saiam da forma mais natural possível. Nada de moves excêntricas, nada de gimmicks, nada de vitórias. Primeiro, é trazer tudo ao básico e fazer os young lions perder todo o tipo de ego que têm, para poderem crescer humildes e conhecedores da arte que praticam, o wrestling.

Algo positivo a cerca do Dojo da New Japan é o facto de preparar os wrestlers para os falhanços e para os tempos duros do futuro. Como fãs de wrestling, sabemos que nem sempre, todos os wrestlers podem ter destaque ao mesmo tempo. Apesar de merecem, muitos acabam por ter que deixar o spotlight em detrimento de outros e isso, por vezes, para alguém que treina e luta há anos, que, por vezes dedicou quase uma vida inteira ao desporto e à companhia em que está, ter que dar um passo atrás para dar espaço a outros para brilhar, é um processo complicado de digerir e o Dojo ensina isso mesmo.

Se por um lado, no início da tua carreira, és “humilhado” com constantes derrotas, com a falta de identidade, com limitações em ringue e falta de oportunidade para brilhar, a verdade é que assim que acaba o teu tempo de Young Lion e vais em excursão, tudo muda.


A NJPW tem montes de parcerias por todo o mundo, desde o méxico, passando pelos Estados Unidos e pelo Reino Unido. E não é à toa. Se por um lado estas parcerias ajudam a aumentar a influência e a fama da companhia por todo o mundo, por outro lado, são mais spots em que se pode mandar os jovens lutadores e futuras estrelas da companhia para poderem amadurecer e desenvolver uma personagem que, irá, ser a que irão envergar no futuro quando voltarem à companhia. Pelo menos, uma versão desta.


As experiências de maior sucesso recentemente foram as excursões de Hiromu Takahashi na CMLL (e um tempo na ROH) e de Jay White na ROH. Ambos os lutadores ganharam credibilidade em ringue durante o seu tempo nas companhias em que estiveram, desenvolveram um protótipo de personagem (no caso de Takahashi, com a personagem de Kamaitachi, e no caso de Jay White, uma espécie de versão babyface do que está agora a experimentar) e, quando voltaram à companhia, estavam prontos para envergar um papel de destaque e serem devidamente pushados.

Mesmo lutadores que podem ter passado mais desapercebidos durante as suas excursões, como foi o caso de Sho e Yo, os Tempura Boyz, acabaram por ser devidamente pushados e consolidados quando voltaram à companhia e foram transformados nas novas caras da divisão de tag jr.

E é nisso que a NJPW tem tanto sucesso. Se por um lado, não existe grande continuidade entre aquilo que os lutadores fazem durante a excursão e a sua volta à companhia, pois as suas personagens são mudadas, por vezes, de forma dramática (basta ver o que aconteceu, por exemplo, com Kazuchika Okada que, na TNA, estava a ser tratado de forma horrivelmente má, sendo um jobber e um sidekick de Samoa Joe e, quando voltou para a companhia, tornou-se imediatamente numas das estrelas e caras da mesma), por outro lado, acontece algo que não tem acontecido na WWE: a aposta nas suas estrelas, de forma coesa e coerente, de forma a que, não só fiquem estabelecidos com os fãs, mas com os outros lutadores também, o que é bastante mais importante do que aparenta ser à primeira vista.

Por isso é que é completamente coerente um jovem como Jay White, que ainda agora regressou à companhia e, apesar de uma excursão bastante interessante debaixo da alçada da ROH, nunca foi o tipo de lutador que se achasse que pudesse ser uma das caras da companhia, enfrentar uma das maiores estrelas do momento, senão, de sempre mesmo, do Japão, sem que as pessoas contestem o booking ou o valor do lutador para merecer estar naquela posição. Jay White está mais que preparado para entrar, no dia 4 de Janeiro, no Tokyo Dome e enfrentar Hiroshi Tanahashi, pelo título Intercontinental da IWGP, sem ter medo de estar “pronto para isso”, porque ele sabe que está, a companhia sabe que ele está e, mais importante que tudo, os fãs sabem que ele está.


Se atravessarmos o oceano (e um continente) e vermos o que acontece na companhia de Vicent K. McMahon, é algo completamente diferente. Todos sabemos os graves problemas que existem a nível de continuidade entre o NXT e o roster principal da companhia. Todos sabemos o problema em aproveitar a popularidade de certos lutadores e continuar a eleva-los ao nível a que eles estavam no “território de desenvolvimento” da companhia. Todos vimos o que aconteceu a pessoas como Tyler Breeze, Tye Dillinger, aos Vaudvillans ou até a Bray Wyatt e outros tantos, que acabaram por ficar estagnados por más decisões atrás de más decisões que, em nada, eram fieis ao que os fãs tinham sido acostumados no NXT.

E isso é algo em que a NJPW é bastante boa. Se por um lado ela não ignora que os lutadores estiveram em excursão, nunca tornam isso num ponto fulcral da construção da personagem. Quanto muito, utilizam isso como forma de contar algum tipo de história (como foi o caso de Tetsuya Naito e a sua ultima excursão ao México, que fez com que este ganha-se os maneirismos dos El Ingobernables).

A NJPW apresenta os lutadores no seu início de carreira, como jovens promessas do mundo do wrestling que estão a aprender, ensinam-lhes tudo aquilo que eles necessitam para ter sucesso e mandam-nos “fora de casa”, para que possam maturar e desenvolverem-se sozinhos, de forma independente e a criarem uma identidade. Quando voltam, aproveitam todos os novos conhecimentos e a própria identidade que o lutador acumulou, limam as arestas e apresentam ao público como “aquele puto que aqui estava há uns anos e agora voltou, feito um homem”.


Desde Jushin Thunder Liger a Yuji Nagata, Hiroshi Tanahashi a Shisuke Nakamura, de Kazuchika Okada a Tetsuya Naito e, agora, de Himoru Takahashi a Jay White, a NJPW tem provas mais que dadas que o seu sistema de formação é um dos, senão mesmo o com mais sucesso do mundo. Basta ver a quantidade de lutadores que foram formadas no sistema de formação da companhia e que acabaram por ter sucesso na própria, contra os lutadores que foram formados no PC e tiveram grande sucesso na companhia. Roman Reigns pode ser a única grande exceção disso, mas mesmo assim, acho que todos sabemos de onde vem o sucesso do mesmo (posso estar aqui a esquecer-me de alguém, mas lapsos acontecem).

Mas também temos que ser condescendentes em algo: O Dojo da NJPW existe há décadas, desde os anos 70 pelo menos. O PC existe há sensivelmente, quatro anos. Obviamente que ainda existe uma grande estrada e muitas melhorias a fazer em todos os níveis no sistema de formação da companhia, mas se querem utilizar as fantásticas condições que têm de forma a potenciar as jovens promessas que saem de lá, acho que dar uma vista de olhos à forma que as coisas são feitas em terras do império do sol, não seria, de todo, uma má ideia.

E este foi, meus amigos, mais um Opinião Pacifica. Espero que tenham gostado do tema desta semana, foi algo diferente mas acho que deveria ser abordado, não só porque notei que muita gente, mesmo quem conhece e vê wrestling há bastante tempo, não tem ideia do que é isto do Young Lions System, como para expor-vos a vocês os grandes feitos que este sistema tem feito ao longo dos anos.

Espero-vos aqui para a semana, no mesmo local do costume, as horas ainda a determinar e, o tema, ainda por decidir. Espero ver-vos no próximo Opinião Pacifica e não percam o próximo episódio, porque nós… TAMBÉM NÃO! PEACE!

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

IMPACT Wrestling 07.12.2017 | Vídeos + Resultados


Este episódio do IMPACT Wrestling (transmitido todas as quintas-feiras) tem como destaque um combate de equipas que junta Johnny Impact a Petey Williams para enfrentar a problemática equipa do Global Champion Eli Drake e Chris Adonis.

Para além disso, também estão confirmados os seguintes combates/segmentos:
  • Torneio para coroar uma nova Knockouts Champion continua esta semana com Rosemary vs. Allie vs. Sienna
  • James Storm e Moose vs. Lashley e Dan Lambert
  • Ethan Carter III vs. Matt Sydal pelo Impact Grand Championship.

Reportagem e Resultados



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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

WWE NXT 06.12.2017 | Vídeos + Resultados


Este episódio do NXT tem como destaque as primeiras eliminatórias para definir o candidato principal ao NXT Championship de Andrade "Cien" Almas, que celebra a sua conquista também nesta edição. Para além disso, também conta com ação feminina, no qual Ruby Riott enfrenta Sonya Deville.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Literatura Wrestling | Yes!: My Improbable Journey to the Main Event of Wrestlemania - Agradecimentos


Está de volta a Literatura Wrestling, o espaço de traduções do blog que vos traz uma obra biográfica, na íntegra, reveladora das origens, vida e decorrer da carreira de alguns dos mais marcantes wrestlers que percorreram os ringues que acompanhámos com tanto gosto.

Todas as semanas vos traremos um excerto do livro "Yes!: My Improbable Journey to the Main Event of Wrestlemania", publicado em 2015 por Daniel Bryan e pelo co-autor Craig Tello, a contar o crescimento e peripécias do "Yes! Man" até à sua chegada à WWE e ao main event da Wrestlemania. Boa leitura!


Prefácio: Reconhecimentos de Craig

Desejo estender a minha mais sincera gratidão a ti Bryan, por me dares as boas-vindas à tua jornada na Wrestlemania e a três décadas de muito detalhe pessoal. Esta foi uma experiência incrível, um verdadeiro prazer, e um sonho meu realizado. Ergo a minha garrafa de água reciclável a ti, às tuas habilidades, humildade e crenças. Obrigado também à Bri, pela tua abertura e entusiasmo por este projecto.

Especiais agradecimentos ao fotógrafo Rich Freeda, ao entusiasta de livros da WWE Steve Pantaleo, e à equipa de impressão de St. Martin, mais notavelmente Michael Homler.

Ao Bret Hart, cujo Sharpshooter ao Curt Hennig no SummerSlam '91 abriu os meus olhos de oito anos para o que viria a ser uma carreira com a WWE.

Para todo o talento da WWE que já entreteve uma arena ou respondeu a uma questão minha de alguma entrevista: obrigado pela vossa colaboração e pela inspiração que evocam.

Para a sempre diligente staff do WWE.com - do passado e do presente - que consistentemente provam ser amplamente talentosos e contadores de histórias frequentemente subestimados. Tiro o chapéu a todos os empregados da WWE, que ajudaram a impulsionar a máquina diariamente.

Obrigado ao Vince McMahon e, mais especialmente, à Stephanie McMahon por me dar a primeira oportunidade neste mundo há dez anos atrás.

Agradeço à minha amada mãe pelo seu sacrifício e por sempre demonstrar a poderosa combinação de coração e trabalho árduo. Obrigado à Stacey, ao John e ao Anthony pelo seu amor e apoio ilimitados. Obrigado à minha família inteira - do lado da Jérsia e do lado da Polónia. Ao Chris, que acreditou tanto em mim e me fez saber que eu poderia alcançar qualquer coisa.

Por último... O meu mais profundo amor e apreciação pela minha maravilhosa esposa, Monika, que me inspirou a ser o melhor eu, a cada minuto, todos os dias. E à nossa radiante bebé, Ruby, que espero ver a perseguir e a alcançar os seus próprios sonhos vívidos, daqui em diante. "Kocham cie" (Amo-vos), meus amores.


No próximo capítulo: Estes agradecimentos do autor Craig Tello são apenas um mero aperitivo para o que virá, já a partir da próxima semana. Não percam a próxima edição com o início do primeiro capítulo, com Daniel Bryan já a falar sobre si, a sua estranha adaptação como um "WWE Superstar" e as suas origens, tudo na primeira pessoa!

Ring of Honor Wrestling 03.12.2017 | Vídeos + Card


A Ring Of Honor Wrestling é transmitida todos os fins-de-semana na estação local do grupo de televisões da Sinclair Broadcast, todas as segundas-feiras à noite no FITE TV, todas as terças-feiras à noite no Fight Network do Canadá e ainda todas as quartas-feiras à noite no Comet TV.

Esta semana tem como destaque um combate entre Flip Gordon e o ROH World 6-Man Tag Team Champion Hangman Page.

Eis o card desta semana:

Comentadores: Ian Riccaboni e Colt Cabana

Non-Title Match
Beer City Bruiser vs. IWGP Jr. Heavyweight Champion Marty Scurll

ROH World Tag Team Championship Match
The Motor City Machine Guns (Chris Sabin & Alex Shelley) © vs. The Kingdom (TK O'Ryan & Vinny Marseglia)

Singles Match
Flip Gordon vs. ROH World 6-Man Tag Team Champion Adam Page



WWE 205 Live - 05.12.2017 | Vídeos + Resultados


Devido ao grande sucesso do CruiserWeight Classic no WWE Network, a WWE decidiu apostar numa divisão de Cruiserweights, que agora todas as terças-feiras passaram a ter um programa de 1 hora dedicado exclusivamente a eles na WWE Network chamado 205 Live.

O programa de hoje conta com um combate pessoal entre Cedric Alexander e um dos possíveis pretendentes ao WWE Cruiserweight Championship, Drew Gulak.


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